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Durante a sua vida sempre foi consumidor de álcool, liamba e, sobretudo, heroína, desde os dezasseis anos. Sofrendo de problemas de saúde relacionados com o coração e uma úlcera crónica, Parker justificava o seu consumo como uma fonte de alívio da dor física causada por tais complicações.
Em agosto de 1954, movido pelo luto causado pela morte prematura da sua filha de 2 anos, que sofria de fibrose cística e problemas cardíacos congénitos, Charlie Parker tentou o suicídio pela ingestão de medicamentos. Entretanto, foi socorrido a tempo pela esposa, sendo em seguida internado para desintoxicação até outubro de 1954.
Faleceu em 12 de março de 1955, acometido por um ataque cardíaco enquanto assistia a uma apresentação de jazz na televisão. Encontra-se sepultado no Cemitério Lincoln, Kansas City, Missouri nos Estados Unidos.


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