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terça-feira, outubro 08, 2019

Hoje é o dia de aniversário de dois membros da banda Ramones..

John William Cummings (Long Island, Nova Iorque, 8 de outubro de 1948 - Los Angeles, Califórnia, 15 de setembro de 2004), mais conhecido como Johnny Ramone, foi o guitarrista da banda de punk rock Ramones. Como o vocalista Joey Ramone, permaneceu membro da banda até ao fim.
Quando criança tocava em uma banda chamada Tangerine Puppets. Depois ficou conhecido como "o gordo". Johnny era conhecido pela sua personalidade volúvel e controladora, postura anti-social, e extrema rigidez na gerência interna dos Ramones. O documentário End of the Century: The Story of the Ramones traz relatos de antigos amigos, e do próprio Johnny sobre a sua postura nada amigável durante a juventude. Era o empresário interno dos Ramones, criando e impondo regras a serem seguidas com o intuito do bom funcionamento e manutenção da banda.
Em 15 de setembro de 2004, ele morreu em Los Angeles, depois de 5 anos a lutar contra um cancro da próstata, com apenas 55 anos. Encontra-se sepultado no Hollywood Forever Cemetery, Hollywood, Condado de Los Angeles, Califórnia nos Estados Unidos.
Em 2003, a revista Time colocou-o na lista dos "10 Melhores Tocadores de Guitarra Elétrica". No mesmo ano, a 27 de agosto de 2003, a revista Rolling Stone colocou-o em 16º lugar na lista dos "100 melhores guitarristas de todos os tempos", mas, em 2011, a Rolling Stone modificou a lista dos 100 melhores guitarristas de todos os tempos, tendo passado para o 28º lugar de melhor guitarrista de sempre.
  
  
 
C. J. Ramone é o pseudónimo de Christopher Joseph Ward (Queens, New York, 8 de outubro de 1965), é um músico norte-americano, conhecido como baixista da banda de punk rock Ramones, na qual entrou em substituição de Dee Dee Ramone após a gravação de Brain Drain (1989) e onde ficou até o fim da banda, em 1996. Assim como o seu antecessor Dee Dee, CJ também atuou como vocalista em algumas músicas, vindo a gravar Strengh to Endure, Cretin Family e Main Man dentre outras, além de bradar One, two, three, four! em shows da banda para introduzir as músicas. Além disso, ficou responsável por cantar todas as músicas que o seu antecessor fazia.
Mesmo em projetos posteriores, como as bandas Los Gusaños e Bad Chopper (tocando guitarra e cantando), Cristopher ainda continuou sendo chamado por fãs e crítica de CJ Ramone. Cristopher era guitarrista antes e depois de entrar nos Ramones e foi escolhido para entrar no quarteto nova-iorquino pela sua autenticidade, não imitando Dee Dee Ramone nas roupas e no corte de cabelo.
CJ Ramone foi casado com a sobrinha de Marky Ramone, Chelsea, de quem teve dois filhos, Liam (1998) e Liliana (2001). Em 1999, foi diagnosticado autismo ao seu filho Liam, o que levou Chistopher a participar da campanha a favor da luta contra o autismo, em 2009. Ele chegou a receber um convite para tocar com os Metallica mas teve que recusar, devido à doença do filho.
Hoje, Christopher é casado com Denise Barton Ward.
  
  

quarta-feira, setembro 18, 2019

Dee Dee Ramone nasceu há 68 anos

Douglas Glen Colvin, mais conhecido por Dee Dee Ramone, (Fort Lee, 18 de setembro de 1951 - Los Angeles, 5 de junho de 2002) foi baixista de uma das bandas mais famosas da história do punk rock, a banda norte-americana Ramones. Dee Dee passou a sua infância na Alemanha devastada pela segunda guerra mundial, tendo se mudado para Nova Iorque com 14 anos de idade, acompanhado da sua irmã e da sua mãe quando a última se separou do seu pai, um militar americano que trabalhava na fronteira com a Alemanha Oriental.
Já em Nova Iorque conheceu Joey Ramone, Tommy Ramone e Johnny Ramone, juntos formaram os Ramones. Dee Dee tinha dificuldade para tocar e cantar ao mesmo tempo, por isso quase não cantava, mas contribuía para a banda com muitas letras. No meio da turnê do álbum Brain Drain, Dee Dee saiu da banda, alegando estar cansado das turnês exaustivas (anos depois ele admitiu estar abusando de heroína e outras drogas), e embarcou numa curta carreira a solo como rapper, quando adotou o nome artístico de Dee Dee King. O álbum de rap lançado por Dee Dee foi rejeitado pela crítica e pelo público, fazendo-o logo retornar ao punk rock. Dee Dee continuou a gravitar ao redor dos Ramones, contribuindo com letras e músicas para os discos seguintes.
Foi encontrado morto, em sua casa, em Hollywood, a 5 de junho de 2002, devido a uma overdose de heroína.

  

domingo, setembro 15, 2019

Johnny Ramone morreu há quinze anos

John William Cummings (Long Island, Nova Iorque, 8 de outubro de 1948 - Los Angeles, Califórnia, 15 de setembro de 2004), mais conhecido como Johnny Ramone, foi o guitarrista da banda de punk rock Ramones. Como o vocalista Joey Ramone, ele foi membro da banda até o seu fim.
Quando criança tocava numa banda chamada Tangerine Puppets. Depois ficou conhecido como "gordo". Johnny era conhecido pela sua personalidade volúvel e controladora, postura anti-social, e extrema rigidez na regência interna dos Ramones. O documentário End of the Century: The Story of the Ramones traz relatos de antigos amigos, e do próprio Johnny sobre a sua postura pouco amigável durante a juventude. Era o empresário interno dos Ramones, criando e impondo regras a serem seguidas, com o intuito do bom funcionamento e manutenção da banda.
Em 15 de setembro de 2004, ele morreu em Los Angeles, depois de 5 anos lutando contra um cancro da próstata. Encontra-se sepultado no Hollywood Forever Cemetery, Hollywood, Condado de Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos.
A 27 de agosto de 2003, a Rolling Stone lançou a lista dos 100 melhores guitarristas de todos os tempos, tendo sido escolhido como o 28º melhor guitarrista.

  
  

domingo, agosto 25, 2019

Elvis Costello - 65 anos!

Elvis Costello, nome artístico de Declan Patrick Aloysius MacManus (Londres, 25 de agosto de 1954) é um cantor, compositor e músico britânico. Ele teve participação nos primórdios do cenário pub rock britânico no meio dos anos 70, e mais tarde foi associado aos estilos de punk rock e new wave antes de se estabilizar como uma voz única e original nos anos 80. O seu alcance musical é impressionantemente amplo. Certo crítico escreveu que “Costello, a enciclopédia do pop, pode inventar o passado sob a sua própria imagem”.
  
Começo de vida e carreira
MacManus nasceu no St. Mary's Hospital em Paddington, Londres, vivendo na região até os dezasseis anos. Já com uma família musical (o pai, Ross MacManus, cantava com Joe Loss), MacManus mudou-se com a mãe para Liverpool em 1971. Foi ali que formou a primeira banda, Flip City, com um estilo calcado no pub rock; tocaram até 1975/76, época em que MacManus passou a viver em Londres com a esposa e filho.
Teve diversos empregos enquanto continuava a compor, e iniciou uma tentativa agressiva de conseguir um contrato, o que provocou um incidente com prisão por atitute suspeita no local de uma reunião de executivos de gravadora. Depois de mandar uma fita demo, foi contratado pela Stiff Records. O empresário na Stiff, Jake Rivera, sugeriu a mudança de nome (usando o primeiro nome de Elvis Presley e o sobrenome artístico de seu pai, "Day Costello", para formar “Elvis Costello”) e juntou-o com uma banda de country/soft rock chamada “Clover”.
  
Anos 70
O primeiro álbum de Costello, My Aim Is True (1977) foi de um sucesso comercial moderado, com ele aparecendo na capa usando os óculos que se tornariam sua marca registada, e beirando uma semelhança chocante com Buddy Holly. Este lançamento viu Costello promovido por Stiff como um artista New Wave e punk, apesar do facto de o álbum apresentar a conservadora balada “Alison” (uma de suas canções mais conhecidas). No mesmo ano Costello recrutou a sua própria banda, The Attractions, composta por Steve Nieve (piano), Bruce Thomas (baixo) e Pete Thomas (bateria). Ele lançou o seu primeiro compacto de sucesso, o cinematográfico “Watching The Detectives”, gravado com Nieve e mais Steve Goulding (bateria) e Andrew Bodnar (baixo), ambos integrantes da banda Graham Parker & The Rumour.
Depois de uma badalada turnê com outros artistas da Stiff (capturada no álbum Live Stiffs, notável pela versão do sucesso de Burt Bacharach/Hal David “I Just Don’t Know What To Do With Myself”), a banda lançou This Year’s Model (1978), uma gravação frenética preenchida com rouca energia e os versos afiados de Costtelo.
Em 1977 Costello participou do Saturday Night Live. Durante os ensaios, ele e o Attractions tocaram “Less Than Zero”. Mas quando chegou a hora da apresentação, Costello e sua banda fizeram apenas a introdução da música e então – para o choque dos produtores do programa – parou tudo, desculpou-se com a plateia e começou uma versão de “Radio, Radio”, que o programa pediu que não tocassem devido a sua mensagem anticorporativista (Costello também afirmou achar que “Less Than Zero” não faria muito sentido para o público americano). O produtor Lome Michaels ficou furioso, não só com o desafio de Costello mas também porque o programa foi tirado do ar. Costello só seria convidado a tocar no Saturday Night Live novamente em 1989, não aparecendo em mais nenhum programa de televisão americano nos anos seguintes a esse incidente.
1979 foi sem dúvida nenhuma o ano do auge do sucesso comercial de Costello com o lançamento de Armed Forces (intitulado originalmente de Emotional Fascism). Inspirada pelas turnês constantes, a banda estava em fina forma e Costello evoluiu notavelmente no seu talento de compositor, passando a tratar de assuntos pessoais e políticos. Também encontrou tempo naquele ano para produzir o álbum de estreia da banda de ska The Specials.
O seu sucesso nos E.U.A foi severamente prejudicado, entretanto, quando Costello chamou Ray Charles de “crioulo cego e ignorante” durante uma discussão com Bonnie Bramlett no bar do hotel Holiday Inn em Columbus, Ohio (sendo um comentário particularmente esquisito, pois Elvis trabalhava constantemente na campanha britânica Rock Against Racism tanto antes quanto depois disso). Um contido Costello desculpou-se em uma conferência de imprensa em Nova York, dizendo que estava bêbado e que disse aquilo só para provocar Bramlett (e conseguiu; ela lhe deu um murro). Em seu encarte da versão remasterizada de Get Happy!!, Costello escreveu que recusou um convite para conhecer Charles pouco tempo depois do infame incidente: “qualquer desculpa depois de todos esses anos seria mais do que embaraçosa para todos os presentes, e tudo que eu pude fazer foi virar meu rosto em vergonha e frustração sabendo que aquela era uma mão que eu provavelmente nunca apertaria… eu também descobri que a culpa é um fogo que arde sem qualquer sinal de limitação”. O incidente com Bonnie inspirou Costello a compor Riot Act, canção presente no álbum Get Happy!.
  
Anos 80
Possivelmente como outra afirmação de seu auto-imposto débito com a música negra, o álbum seguinte de Costello e o Attractions, Get Happy!!, foi um inventivo pastiche do pop da new wave com a soul music. Seria o primeiro e, juntamente com King Of America, provavelmente o mais bem sucedido dos muitos experimentos de Costello com géneros além dos quais ele é commumente associado. A brevidade das canções (20 faixas em aproximadamente 45 minutos) formatou o novo estilo da banda. Liricamente, as canções eram repletas da marca registada de Costello - o jogo de palavras - ao ponto de ele sentir mais tarde como se estivesse tornando-se uma auto-paródia, diminuindo o ritmo em composições posteriores.
Trust, de 1981, soava mais pop, mas o resultado geral era claramente influenciado pelas tensões crescentes entre a banda, particularmente entre Bruce e Pete Thomas. Apesar de seu ecletismo, ‘’Trust’’ não obteve muita repercussão e foi o primeiro álbum de Costello a não gerar compactos de sucesso.
Depois da insatisfação comercial de Trust, Costello deu um tempo da carreira de compositor e a banda seguiu para Nashville para gravar Almost Blue, um álbum de versões de sucessos da música country compostos por Hank Williams (“Why Don’t You Lije Me (Like You Used To Do?)”), Merle Haggard, (“Tonight The Bottle Let Me Down”) e Gram Parsons (“How Much I Lied”). Com críticas variadas, algumas das quais acusavam Costello de estar ficando sofisticado.
Imperial Bedroom, de 1982, marcou um som mais obscuro, quase barroco, para Costello, em grande parte devido à produção de Geof Emerick, famoso por ser o engenheiro-de-som de várias gravações dos Beatles. Apresentando uma gama superior de canções – tanto musicalmente quanto liricamente – este permanece como um de seus álbuns mais aclamados pela crítica, mas, novamente, fracassou em gerar compactos de sucesso. Costello disse não ter gostado da promoção do estúdio para o álbum, com fracos anúncios consistindo apenas da frase “Obra Prima?”.
1983 viu o lançamento de outra experimentação de pop-soul com Punch The Clock, com coros femininos e até uma banda de metais. Foi deste álbum que saiu o sucesso internacional “Everyday I Write The Book”, ilustrado por um profético videoclipe que apresentava sósias do príncipe Charles e da princesa Diana passando por uma crise doméstica em uma casa suburbana.
A tensão entre a banda estava passando a ficar insuportável, e Costello, começando a se sentir esgotado, anunciou a sua retirada e a separação do grupo logo depois da gravação de Goodbye Cruel World, em 1984. Com um número de canções fracas (e mesmo as melhores, mal produzidas), o disco não obteve muita repercussão, e até os mais fanáticos seguidores de Costello consideram Goodbye como seu pior álbum.
A saída dos palcos de Costello, embora de vida curta, foi acompanhada por duas coletâneas, Elvis Costello: The Man no Reino Unido, Europa e Austrália e The Best of Elvis Costello and the Attractions nos E.U.A.
Em 1985, Costello juntou-se ao seu amigo T-Bone Burnett para gravar um compacto chamado “The People’s Limousine” sob o pseudónimo de “The Coward Brothers”. Neste mesmo ano, Costello produziu Rum, Sodomy and the Lash para a banda punk/folk The Pogues. Foi aí que ele conheceu a sua segunda esposa, Cait O’Riordan, baixista do Pogues.
Já em 1986 Costello estava se preparando para retomar a sua carreira. Trabalhando nos Estados Unidos com Burnett, mais uma banda contendo vários músicos de apoio de Elvis Presley e uma parte da formação dos Attractions, ele produziu King of America, um álbum firmado no som do violão country, complementado por algumas de suas melhores composições por um bom tempo. Foi nesta época que ele voltou legalmente a se chamar Declan MacManus, acrescentando um Aloysius como um nome do meio extra.
No final do mesmo ano, ele voltou ao estúdio com o Attractions e gravou Blood And Chocolate, proclamado por um fervor pós-punk que não se via desde This Year’s Model, de 1978. Também marcou o retorno do produtor Nick Lowe, que produziu os primeiros cinco álbuns de Costello. Foi neste disco que ele usou pela primeira vez seu alter-ego “Napoleon Dynamite” (este apelido havia sido usado anteriormente em 1982, quando o lado-B do compacto “Imperial Bedroom” foi creditado à “Napoleon Dynamite & The Royal Guard”.)
Em 1987 Costello, com um novo contrato pela Warner Bros., deu início ao que seria uma longa parceria com Paul McCartney. Eles compuseram diversas canções juntos, incluindo “Veronica” e “Pads, Paws and Claws” do álbum Spike (1989, disco que também contém God´s Comic) e “So Like Candy” e “Playboy to a Man” de Mighty Like A Rose (1991), ambos álbuns de Costello, e “My Brave Face”, “Don’t Be Careless Love”, “That Day Is Done” e “You Want Her Too”, de Flowers in the Dirt, “Back On My Feet” (Lado B do single Once Upon A Long Ago) e “The Lovers The Never Were” e “Mistress and Maid” de Off The Ground, lançados por McCartney. Em 1989, ele participou de um especial pela HBO, Roy Orbison and Friends, A Black and White Night, estrelando seu ídolo de longa data Roy Orbison, e foi convidado a participar no Saturday Night Live pela primeira vez desde 1977.
 
Anos 90
Em 1991 Costello lançou o supracitado Mighty Like A Rose, nesta época deixando crescer uma infame e longa barba.
Em 1993 Costello provou das águas da música clássica com uma aclamada colaboração com o Brodsky Quartet em The Juliet Letters. Costello retornaria ao rock and roll no ano seguinte, com um projeto que o reuniu com os The Attractions, Brutal Youth. Um álbum de versões gravado cinco anos antes foi lançado em 1995, ‘’Kojak Variety’’, seguido em 1996 por um álbum de canções que ele escrevera originalmente para outros artistas, All This Useless Beauty. Este foi o último álbum de seu contrato com a Warner Bros.
Em 1996 ele colaborou com Burt Bacharach em uma canção chamada “God Give Me Strength” para o filme ‘’Grace Of My Heart’’. Esta colaboração levou a dupla a compor e gravar um álbum juntos, Painted From Memory, lançado em 1998 sob seu novo contrato com a Mercury Records.
Em 1999 foi convidado a cantar a música "She" de Charles Aznavour para o filme "Notting Hill", música tema do casal "William Thacker (Hugh Grant) e Anna Scott (Julia Roberts).
Para o vigésimo quinto aniversário de Saturday Night Live, Costello foi convidado para o programa, onde ele reviveu sua abrupta troca de músicas de 1977. Desta vez, entretanto, ele interrompeu “Sabotage”, dos Beastie Boys, e eles ficaram como sua banda de apoio em “Radio, Radio”.
 
2000 até ao presente
Em 2001, Costello foi anunciado como o “artista em residência” na UCLA (embora ele tenha terminado fazendo menos aparições do que o previsto) e compôs músicas para um ballet. Também produziu e participou de um álbum da cantora de ópera Anne Sofie von Otter, For The Stars.
Em 2002 ele lançou um novo álbum, When I Was Cruel, viajando em turnê com uma nova banda, os Imposters (os Attractions com um baixista diferente, Davey Farragher). Costello separou-se da sua segunda esposa, Cait O’Riordan, no final do mesmo ano.
Em março de 2003, Elvis Costello & The Attractions foram incluídos no Hall da Fama do Rock and Roll. Em maio, o seu casamento com a cantora de jazz canadiana Diana Krall foi anunciado. Setembro viu o lançamento de North, um álbum de baladas ao piano. Em dezembro, Costello e Krall casaram na mansão londrina de Elton John. Em 2004 a canção “Scarlet Tide” (co-escrita por Costello e T-Bone Burnett e usada no filme ‘’Cold Mountain’’) foi indicada para o Óscar; ele tocou-a na sessão de prémios com Alison Krauss, que a canta na banda sonora oficial.
Em julho de 2004 o primeiro trabalho orquestral em larga larga escala de Costello, Il Sogno, foi apresentado em Nova York. O trabalho, um ballet inspirado na obra “Sonho de Uma Noite de Verão” de William Shakespeare foi representado pela trupe de dança italiana Aterballeto, sendo um sucesso de crítica. Enquanto o escrevia, Costello propositadamente recusou-se a ouvir as interpretações anteriores de Mendelssohn e Britten para preservar a sua própria originalidade. Uma gama de estilos e temas musicais foi usado para representar os diferentes elementos dos personagens. Il Sogno foi lançado em CD em setembro do mesmo ano pela Deustche Grammophon.
Costello também lançou outro álbum naquele mesmo mês: The Delivery Man, um álbum de rock gravado em Oxford, Miss. Composto na sua maioria de blues, country e folk, The Delivery Man foi aclamado pela crítica com um dos melhores álbuns de Costello, e dá continuação à busca pessoal de Elvis de lançar um disco diferente em cada um dos selos da gravadora Universal.
Ainda no contexto do álbum The Delivery Man, em outubro de 2005, Costello esteve no Brasil, desta vez não como "atração-extra" (como no Free Jazz de 1995), mas como principal atrativo do TIM Festival daquele ano. Fez 3 shows, nos quais realizou um memorável apanhado de sua carreira: um no Rio de Janeiro, outro em Belo Horizonte e ainda um em São Paulo. Neste último houve um aparecimento significativo de grandes nomes da música nacional.
Em 2008, a banda de Pop/Rock norte-americana, Fall Out Boy contou com a participação de Elvis Costello no single What a Catch, Donnie, do novo álbum do grupo chamado Folie à Deux.
Em 15 de maio de 2010, Costello anunciou que não iria mais realizar dois concertos agendados em Israel em oposição ao tratamento dado por Israel aos palestinianos. Em um anúncio em seu site, Costello escreveu:
Tem sido necessário lidar com as falsidades das propagandas, os jogos duplos e a linguagem histérica da política, a vaidade e o egocentrismo dos comunicadores públicos, de modo a seguir meus próprios pensamentos conflituantes.
Elvis Costello
  

domingo, maio 19, 2019

Joey Ramone nasceu há 68 anos

Joey Ramone, nome artístico de Jeffrey Ross Hyman (Nova Iorque, 19 de maio de 1951 - Nova Iorque, 15 de abril de 2001) foi um vocalista norte-americano e letrista, sendo o seu trabalho mais conhecido na banda de punk rock Ramones. Juntamente com o seu companheiro de banda Johnny Ramone (John Cummings), foram os únicos membros que permaneceram desde o início da banda até ao seu fim, em 1996.
Hyman cresceu em Forest Hills, no Queens, numa comunidade de judeus. Teve uma vida bastante conturbada, o que inspirou o som "We're A Happy Family", do álbum Rocket to Russia. Os seus pais divorciaram-se no começo dos anos 60. A sua mãe, Charlotte Lesher (1926-2007), encorajou um interesse pela música em ambos os filhos: Joey e o seu irmão mais novo, Mitchell (que atende pelo pseudónimo de Mickey Leigh).
Leigh, irmão de Joey, no DVD End of the Century: The Story of the Ramones, diz que Joey tinha TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e que ele era considerado esquisito e solitário. No mesmo DVD, Joey diz que a música salvou a sua vida e a do seu irmão, dizendo que ele se sentia bem e que ele era diferente ao cantar e que aquilo era um incentivo para ele deixar as suas inseguranças e a sua timidez de lado. Ele escreveu a música, "The KKK Took My Baby Away" devido ao facto de Johnny Ramone lhe ter roubado a namorada, eles mal se falavam depois disso.
Joey morreu de linfoma a 15 de abril de 2001, no Presbyterian Hospital, na cidade de Nova Iorque. Ele aparentemente conviveu com o linfoma durante cerca de 4 anos, já que ele foi examinado numa clínica especializada em cancro em meados dos anos 90. Encontra-se sepultado no Hillside Cemetery, Lyndhurst, Condado de Bergen, Nova Jérsei, nos Estados Unidos.
O músico tem um álbum solo (póstumo) que foi lançado em 2002, um ano após a sua morte (e ano também que os Ramones entraram para o Rock and Roll Hall of Fame). Este álbum, intitulado de "Don't Worry About Me", contém a regravação de "What a Wonderful World".
Após vários anos de desenvolvimento, o seu segundo álbum a solo póstumo, intitulado "Ya Know?", foi lançado a 22 de maio de 2012.
   
  

sábado, maio 04, 2019

Mike Dirnt, baixista dos Green Day, faz hoje 47 anos

Michael Ryan Pritchard, conhecido como Mike Dirnt, (Rodeo, Califórnia, 4 de maio de 1972) é o baixista da banda de punk rock, Green Day. O seu apelido fictício (Dirnt) deve-se ao facto de que estava aprendendo a tocar baixo e, no colégio, ficava repetindo notas no baixo que soavam como uma onomatopeia em inglês (dirnt, dirnt, dirnt), e ele adotou a brincadeira para a sua 'alcunha'.
  
   

sexta-feira, abril 05, 2019

Kurt Cobain morreu há 25 anos

Kurt Donald Cobain, conhecido internacionalmente por Kurt Cobain (Aberdeen, 20 de fevereiro de 1967 - Seattle, 5 de abril de 1994), foi um cantor, compositor e músico dos Estados Unidos, famoso por ter sido o fundador, vocalista e guitarrista da banda Nirvana.
De entre as suas principais composições, o single Smells Like Teen Spirit, do segundo álbum dos Nirvana, "Nevermind", foi o responsável pelo início do sucesso do grupo e do próprio Kurt, popularizando um subgénero do rock alternativo que a imprensa passou a chamar de grunge. Outras bandas grunge de Seattle, como os Alice in Chains, Pearl Jam e Soundgarden, ganharam também um vasto público e, como resultado, o rock alternativo tornou-se um género dominante no rádio e na televisão nos Estados Unidos, de início até metade da década de 90. Os Nirvana foram considerados a banda "porta-voz da Geração X" e o seu vocalista, Kurt Cobain, viu-se ungido pelos media como porta-voz da geração, mesmo contra a sua vontade. Cobain estava desconfortável com a atenção que recebeu, e colocou a sua atenção na música da banda, acreditando que a mensagem da banda e a sua visão artística tinham sido mal-interpretadas pelo público, desafiando a audiência da banda com o seu terceiro álbum In Utero. Desde a sua estreia, a banda Nirvana, com Cobain como compositor, vendeu mais de vinte e cinco milhões de álbuns nos Estados Unidos, e mais de cinquenta milhões em todo o mundo.
Durante os últimos anos de sua vida, Cobain lutou contra o vício da heroína, doenças, depressão, a fama e a imagem pública, bem como as pressões ao longo da vida profissional e pessoal em torno dele e da sua esposa, a cantora Courtney Love. Em 8 de abril de 1994, Cobain foi encontrado morto na sua casa em Seattle, três dias após a sua morte, vítima do que foi oficialmente considerado um suicídio com um tiro de espingarda na cabeça. As circunstâncias da sua morte, por vezes, tornam-se um tema de fascínio e debate.
A vida do cantor já foi retratada de várias maneiras e diversas vezes após a sua morte, seja no cinema, em livros ou em documentários televisivos. A primeira delas foi em 1998, com o documentário Kurt & Courtney, em seguida, em 2005, foi produzido o filme "Últimos Dias", um filme dramático que narrava, de forma fictícia, os últimos dias de vida de Kurt, e o documentário Kurt Cobain - Retrato de uma Ausência, lançado em 2006, que continha entrevistas de amigos, parentes e do próprio Cobain. Em 2006, doze anos após a sua morte, a revista Forbes listou as treze celebridades mortas que mais dinheiro geraram para os seus herdeiros nos últimos doze meses do respectivo ano. O cantor ficou em primeiro lugar da lista, com ganhos estimados em cinquenta milhões de dólares.
    
 

quarta-feira, fevereiro 20, 2019

Kurt Cobain nasceu há 52 anos

Kurt Donald Cobain, conhecido internacionalmente por Kurt Cobain (Aberdeen, 20 de fevereiro de 1967 - Seattle, 5 de abril de 1994), foi um cantor, compositor e músico dos Estados Unidos, famoso por ter sido o fundador, vocalista e guitarrista da banda Nirvana.
De entre as suas principais composições, o single Smells Like Teen Spirit, do segundo álbum dos Nirvana, "Nevermind", foi o responsável pelo início do sucesso do grupo e do próprio Kurt, popularizando um subgénero do rock alternativo que a imprensa passou a chamar de grunge. Outras bandas grunge de Seattle, como os Alice in Chains, Pearl Jam e Soundgarden, ganharam também um vasto público e, como resultado, o rock alternativo tornou-se um género dominante no rádio e na televisão nos Estados Unidos, de início até metade da década de 90. Os Nirvana foram considerados a banda "porta-voz da Geração X" e o seu vocalista, Kurt Cobain, viu-se ungido pelos media como porta-voz da geração, mesmo contra a sua vontade. Cobain estava desconfortável com a atenção que recebeu, e colocou a sua atenção na música da banda, acreditando que a mensagem da banda e a sua visão artística tinham sido mal-interpretadas pelo público, desafiando a audiência da banda com o seu terceiro álbum In Utero. Desde a sua estreia, a banda Nirvana, com Cobain como compositor, vendeu mais de vinte e cinco milhões de álbuns nos Estados Unidos, e mais de cinquenta milhões em todo o mundo.
Durante os últimos anos de sua vida, Cobain lutou contra o vício da heroína, doenças, depressão, a fama e a imagem pública, bem como as pressões ao longo da vida profissional e pessoal em torno dele e da sua esposa, a cantora Courtney Love. Em 8 de abril de 1994, Cobain foi encontrado morto na sua casa em Seattle, três dias após a sua morte, vítima do que foi oficialmente considerado um suicídio com um tiro de espingarda na cabeça. As circunstâncias da sua morte, por vezes, tornam-se um tema de fascínio e debate.
A vida do cantor já foi retratada de várias maneiras e diversas vezes após a sua morte, seja no cinema, em livros ou em documentários televisivos. A primeira delas foi em 1998, com o documentário Kurt & Courtney, em seguida, em 2005, foi produzido o filme "Últimos Dias", um filme dramático que narrava, de forma fictícia, os últimos dias de vida de Kurt, e o documentário Kurt Cobain - Retrato de uma Ausência, lançado em 2006, que continha entrevistas de amigos, parentes e do próprio Cobain. Em 2006, doze anos após a sua morte, a revista Forbes listou as treze celebridades mortas que mais dinheiro geraram para os seus herdeiros nos últimos doze meses do respectivo ano. O cantor ficou em primeiro lugar da lista, com ganhos estimados em cinquenta milhões de dólares.
  
 

domingo, fevereiro 17, 2019

Billie Joe Armstrong - 47 anos

Billie Joe Armstrong (Oakland, 17 de fevereiro de 1972) é o vocalista e guitarrista da banda americana Green Day. O seu pai, Andy, era motorista de camião e baterista de jazz nas horas vagas e a sua mãe chamava-se Ollie, era empregada de bar e fã de música country.
Ele é o mais jovem de seis irmãos (David, Allen, Marcy, Holly e Anna). Viveu com a sua família em Rodeo, Califórnia, nos Estados Unidos.
Em uma entrevista concedida, em agosto de 2009, para a revista americana Maxim, Billie revelou ter 1,70 m de altura, ter os olhos verdes e cabelos de cor castanho avermelhado, apesar de nunca ter sido visto com a cor original.
  
 

terça-feira, fevereiro 05, 2019

Duff McKagan - 55 anos!

Michael Andrew McKagan (Seattle, 5 de fevereiro de 1964), mais conhecido pelo seu nome artístico Duff McKagan é um músico dos Estados Unidos. Ele é mais conhecido por ser um membro fundador e baixista, durante doze anos, da banda de hard rock Guns N' Roses, com quem alcançou sucesso mundial no final dos anos 80 e início de 90 e também que deixou no auge da sua fama, em 1997. Durante os seus últimos anos com a banda, ele lançou um álbum a solo, Believe in Me (1993), e formou, com uma curta duração, o supergrupo Neurotic Outsiders.
Após sua saída dos Guns N' Roses em 1997, McKagan brevemente reuniu-se com sua banda de punk pré-sucesso de Seattle, 10 Minute Warning. Eles, então, formaram a ainda ativa banda de hard rockLoaded, em que ele canta e executa riffs de guitarra. Entre 2002 e 2008, ele tocou baixo no supergrupo Velvet Revolver, com os seus ex-companheiros da banda Guns N' Roses, Slash e Matt Sorum. Ele juntou-se aos Jane's Addiction num breve período em 2010. McKagan foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2012, como membro dos Guns N' Roses.
Biografia
McKagan nasceu numa família de classe trabalhadora, na região de Seattle, a 5 de fevereiro de 1964, o mais novo de oito filhos de Alice Marie e Elmer "Mac" McKagan. Após o divórcio dos seus pais, a sua mãe apoiou a família, tendo um emprego como datilógrafa. Ele foi ensinado a tocar baixo pelo seu irmão Bruce, desenvolvendo as suas habilidades tocando músicas dos álbuns de 1999 de Prince e Damaged dos Black Flag. Duff descreve Seattle como "uma grande cidade de Rock N' Roll com um hip no cenário underground".
Duff tocou, ao todo, em 31 bandas no underground de Seattle, incluindo bandas como Ten Minute Warning e uma banda de hard-core punk chamada The Fartz (As Flatulências). Aos 19 anos mudou para o sul da Califórnia, onde conheceu Slash e Steven Adler, formando a banda Road Crew. A banda separou-se mas eles manteriam o contato, o que originaria posteriormente o convite de Duff para os dois ingressarem nos Guns N' Roses.
Cquote1.svg Quando conheci Slash e Steven pela primeira vez foi estranho, pois nunca tinha conhecido tipos como aqueles. Saímos e ficamos bêbados aquela noite. Criamos uma banda naquela noite. Era a banda do Slash. A Road Crew! Cquote2.svg
Após recrutar os membros do LA Guns, Axl Rose e Izzy Stradlin', os Guns N' Roses estavam formados. Após um momento, Axl largou sua banda, Hollywood Rose, pelo LA Guns. Isso gerou alguns problemas, pois Izzy agendou shows com as duas bandas em datas iguais - e não apareceu em nenhum deles. Os problemas das duas bandas geraram o nascimento de uma: Guns N' Roses. A nova formação foi finalizada a 6 de junho de 1985. Após dois dias de preparação, Duff e a banda tocaram numa terça à noite, pela primeira vez, num bar conhecido como Troubadour.
Duff é um grande fã de bandas como Sex Pistols, Ramones e The Misfits - a música que Duff canta no álbum The Spaghetti Incident? e nas apresentações ao vivo da era Use Your Illusion eram dos The Misfits. Em 1990 ele e Slash ajudaram Iggy Pop a escrever seu álbum Brick by Brick.
Duff casou-se pela primeira vez a 28 de maio de 1988 com Mandy Brix, de quem se separou em 1990. Casou novamente em setembro de 1992 com Linda Johnson e separou-se dela em setembro de 1995.
Viciado em drogas e álcool, enquanto Stradlin' (não há informações reais que a sua saída tenha relação com drogas), e Steven Adler deixaram a banda em 91 e 90 respectivamente. Stradlin retornaria na era Use Your Illusion, devido a um acidente de motocicleta que impossibilitou Gilby Clarke, novo guitarrista base de tocar alguns shows, devido a uma fratura no pulso. Duff sobreviveu de forma volátil durante 11 anos no GN’R. Em 1993 começou o seu projeto a solo, com o álbum Believe In Me. Em 1997 foi anunciada a sua saída oficial da banda. Nesse mesmo ano, escondido da imprensa e do grande público, Duff foi submetido a uma cirurgia de emergência ao pâncreas, o que o obrigou a parar de vez com o consumo de álcool.
Em 27 de agosto de 1997 teve a sua primeira filha, Grace, com Susan Holmes, tendo se casado em 28 de agosto de 1999 e em 16 de Julho de 2000 tiveram outra filha, Mae Marie.
Com o passar dos anos Duff ganhou algum juízo e largou o seu vício, tornando-se um bom pai.
Colaborou com o projeto a solo de Slash, que foi o de maior renome dentre os membros que fizeram carreira a solo. Chegou a lançar um CD com o supergrupo chamado Neurotic Outsiders, onde era guitarrista e vocalista, Matt Sorum companheiro da era Use Your Illusion nos Guns, era baterista e tinha ainda Steven Jones, ex-Sex Pistols, guitarrista e John Taylor, Duran Duran, no baixo.
Tentou a sorte como ator em 1997, onde interpretava um "vampiro rocker morto".
Duff viveu entre Los Angeles e Seattle durante o período de 1994 a 1999 devido a doença de Parkinson a qual sua mãe lutou nesse período, e Duff sentiu que tinha de estar perto. A sua mãe faleceu no início de abril de 1994 e desde então Duff vive em Seattle. Participou em bandas pequenas que ele criou e desfez rapidamente, entre 2000 e 2001. Participou, em 2001, de uma turnê pelo Japão com Izzy Stradlin', que divulgava o álbum a solo "River", de Izzy.
Desde abril de 2002 toca no projeto dos ex-Guns N' Roses Slash e Matt Sorum, o Velvet Revolver.
No dia 14 de outubro de 2010, Duff subiu ao palco novamente com os Guns N' Roses, em um show em Londres, na Arena O2, tocando 4 músicas: Nice Boys, You Could Be Mine, Knockin' On Heaven's Door e Patience.
O Loaded passou pelo Brasil, em novembro de 2011, fazendo quatro shows, no SWU, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro.
A banda Loaded, liderada pelo baixista Duff McKagan, abriu dois shows do Guns N' Roses no dia 16 de dezembro de 2011 em Seatle, nos Estados Unidos, e no dia 17 de dezembro de 2011, em Vancouver, no Canadá. Como, em 2010, Duff subiu ao palco do Guns N' Roses como convidado especial. Ele tocou You Could Be Mine nos dois shows, além de Civil War, em Vancouver.

sábado, fevereiro 02, 2019

Chico Science morreu há 22 anos

Francisco de Assis França, mais conhecido pela alcunha de Chico Science (Olinda, 13 de março de 1966 - Recife, 2 de fevereiro de 1997) foi um cantor e compositor brasileiro, um dos principais colaboradores do movimento manguebeat em meados da década de 90. Líder da banda Chico Science & Nação Zumbi, deixou dois discos gravados: Da Lama ao Caos e Afrociberdelia, tendo a sua carreira sido precocemente encerrada por um acidente de carro, numa das vias que ligam Olinda ao Recife. Os seus dois álbuns foram incluídos na lista dos 100 melhores discos da música brasileira da revista Rolling Stone, elaborada a partir de uma votação com 60 jornalistas, produtores e estudiosos de música brasileira: Da Lama ao Caos na 13ª posição e Afrociberdelia em 18° lugar. Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, cujo resultado colocou Chico Science em 16ª lugar.
  
  

Sid Vicious morreu há quarenta anos...

Sid Vicious (nome artístico de John Simon Ritchie-Beverly, Londres, 10 de maio de 1957 - Nova Iorque, 2 de fevereiro de 1979) foi um músico inglês, conhecido por tratar-se de um ícone da cultura punk, baixista da banda Sex Pistols.
Sid Vicious, antes de entrar para a banda Sex Pistols, era o baterista dos Siouxsie & The Banshees. Também foi o vocalista da banda The Flowers of Romance.
   
Infância
Sid Vicious nasceu a 10 de maio de 1957, em Londres. Batizado como John Simon Ritchie, era filho de um ex-guarda, John Ritchie, e de Anne Randall, uma hippie, o que o deixava à vontade. Alguns consideravam-no um pouco problemático desde pequeno, sentia falta de atenção e fazia de tudo para que todos olhassem para ele. A família morava em Lee Green e o seu pai abandonou Anne logo após o seu nascimento.
Com 3 anos, John foi com a mãe para Ibiza (ilha espanhola) com a ajuda financeira do pai. Anne vendia drogas para sobreviver e, após perder o apoio financeiro do "ex", foi obrigada a voltar para a Inglaterra com John.
Após o regresso de Ibiza, John e a mãe não tiveram uma residência fixa e a mãe acabou casando com Christover Beverly, que morreu 6 meses depois, antes mesmo de adotar a criança. Em 1971 (ou 1974 - varia conforme a fonte) John mudou-se para Hackney (com ou sem a mãe, também varia de acordo com a fonte). Segundo o que se conta, o garoto foi estudar fotografia e arte e nessa época já tinha tido empregos temporários e já tinha vendido LSD em concertos, para ajudar a mãe.
   
O encontro com Johnny Rotten
Em Hackney (bairro no nordeste de Londres), John conheceu John Joseph Lydon (que mais tarde se tornou Johnny Rotten), John Wardle e John Gray, formando "o bando de Johns". Nessa época, ficou bastante amigo de John Lydon e já eram considerados estranhos, pois ele pintava os cabelos, influenciado por David Bowie.
Antes de ser Sid Vicious, John eram chamado de Sly e acabou trocando seu apelido após levar uma mordida do roedor de John Lyndon, Sydney, e chamá-lo de perverso (vicious significa perverso em inglês - daí surgiu o nome Sid Vicious).
Sid e John andavam sempre estranhos e Sid inspirava-se muito em David Bowie. John não aguentava mais o fanatismo religioso da família e fugiu de casa, levando Sid com ele.
Abandonando a escola, Sid e o amigo passaram por diversos "squats" (prédios abandonados que são invadidos por jovens, e que passaram a ficar conhecidos por se tornarem centros culturais e de encontros promovidos por punks) e acabaram ficando no apartamento de Linda Ashby, uma prostituta lésbica amiga deles.
  
Formação dos Sex Pistols
Nessa época, Sid vivia sem emprego fixo e a suas ideias anarquistas começavam a surgir. A vida era difícil e, noutro canto da cidade, Malcom McLaren teve a brilhante ideia de criar uma banda (os Sex Pistols) para divulgar sua loja, a Sex, onde vendia roupas para interessados no rock e acessórios considerados "estranhos", que atraiam jovens como Sid e John.
Um dia, Sid e John chamaram a atenção de McLaren na Sex, pelo seu cabelo vermelho e estilo estranho. Os Sex Pistols precisava de um vocalista e Malcon convenceu Lydon a tentar preencher o cargo.
Foi cantando com uma jukebox a música "I'm Eighteen", de Alice Cooper que Lydon se tornou oficialmente vocalista da banda punk e Sid, que acompanhava de perto, se apaixonou de vez pelo estilo.
Sid substituiu David Bowie pelo estilo punk, que cada vez mais crescia, e, no primeiro festival punk, o 100 Club, em Oxford Street, apareceu como baterista da banda Siouxsie & The Banshees. O festival contava com outras bandas, tais como: Subway Seet, The Clash e os próprios Sex Pistols. Mesmo nunca tendo tocado bateria, Sid impressionou com a sua performance, que durou pouco, pois a banda foi criada apenas para o evento. Após a bateria, Sid arriscou-se e passou a vocalista da banda The Flowers of Romance, que também durou pouco.
Os Sex Pistols cresceram mas havia constantes disputas entre Johnny Rotten (Lydon já havia adquirido o novo nome nessa época) e o baixista Glen Matlock - que segundo o que dizem, era o único da banda que realmente sabia tocar.
   
Sex Pistols
Sem Matlock, Malcom foi atrás de Vicious para assumir a vaga de baixista. Sid não sabia tocar mas compensava com o seu estilo e aparência, o mais importante da banda. Em março de 1977, Sid entra para os Pistols e recusa a ajuda de Matlock para aprender a tocar baixo.
Como Sid não sabia tocar baixo, Jones (o guitarrista da banda) teve que ajuda-lo em todas as músicas do álbum da banda, com exceção de "Anarchy in the UK" que o Glen Matlock (baixista original da banda) gravou.
Mesmo que não tivesse nenhum senso sobre como tocar, Sid era uma imagem publicitária enorme para os Pistols e eles fecham um contrato com a A&M Records. Como a festa de comemoração do novo contrato acabou em muita disputa e pancadaria (bem ao estilo deles), pelo que a A&M cancelou tudo e eles ficaram novamente sem gravadora.
Com os problemas causados pelas letras polémicas e desrespeito pelas regras impostas pelo país e pela Rainha da Inglaterra (eles foram proibidos de tocar em território inglês, pelo que fizeram um show num barco, sob as águas da Inglaterra) e foram parar à cadeia. Eles começaram a ser obrigados a tocar escondidos e a palavra "bollocks" no encarte de seu disco (Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols) fez com que ele fosse retirado das lojas.
Para a felicidade de McLaren, os Sex Pistols deixavam notícias por onde passavam. Porém, além de alguns problemas envolvendo Sid e Nancy, as disputas entre os integrantes fez com que a banda finalmente acabasse, em 1978, em São Francisco após a turnê americana.
Os outros integrantes dos Pistols nunca gostaram de Sid, pois achavam-no um idiota.
   
Sid e Nancy
Em novembro de 1977, Sid conheceu Nancy Spungen, por quem se apaixonou. Nancy era uma drogada que tentara a vida como prostituta em Nova York e que acabou apelidada de groupie, por se aproximar de vários astros do rock. Ninguém gostava dela, então ela arriscou a sua sorte em Inglaterra e foi parar ao apartamento da sua amiga Linda, o mesmo de Sid e Johnny, na época em que Sid entrou para os Sex Pistols.
Nancy já era viciada em heroína, enquanto Sid ainda era virgem. Começaram a namorar, e Sid pediu a Nancy que lhe desse heroína, afirmando que já sabia usar. Passou o dia inteiro a vomitar.
Nancy dividia um colchão com Sid no apartamento. Ela relata que lhe tirou a virgindade e o encantou.
Sid uniu-se a ela e aos seus amigos e se viciaram juntos na heroína (ele já tinha a filosofia de vida de viver intensamente e morrer jovem). Ele usava liamba e anfetaminas apenas para se divertir.
Os amigos de Sid tentaram ajudá-lo a sair da situação. Eles achavam que afastá-lo de Nancy seria a solução. Malcon, sem sucesso, tentou sequestrá-la, mas apenas conseguiu mantê-la fora da turnê americana. De qualquer forma, Sid bebia e falava de Nancy o tempo todo durante a turnê, o que comprova que a sua vontade era estar com Nancy.
Após o fim da banda, Sid foi morar com Nancy em Nova York, no hotel Chelsea. Spungen tornou-se a sua manager em 1978. Chegou um momento em que Sid estava convencido de que ele era a alma da banda e que poderia muito bem seguir numa carreira a solo. Até fez uma versão da música My Way (de Paul Anka), mas não foi muito longe. A carreira a solo de Sid fracassou completamente e todo o dinheiro que conseguia era destinado ao vício em heroína.
  
A morte de Nancy
Vicious e a namorada tinham constantes disputas e, em 12 ou 13 de outubro, varia conforme a fonte, ele encontrou a sua namorada morta na casa de banho, com uma facada no abdómen, no quarto nº100 onde moravam. Uma das histórias, diz que Sid estava drogado e a matou. Outra versão, envolve dinheiro desaparecido durante o assassinato e conta que Nancy foi assassinada por um traficante que vivia no apartamento. A terceira versão da história diz que Nancy, drogada, se matou. Ela não esperava nada da vida e eles tinham feito um pacto de suicídio.
Sid foi preso acusado de assassiná-la e, arrasado, tentou se matar várias vezes na cadeia. Enquanto esteve lá, Sid escreveu poesias e músicas para Nancy.
Juntando 30 mil dólares, a gravadora pagou a fiança e Sid foi libertado. Dizem que ele era um bom compositor e que as letras escritas na prisão nunca foram gravadas.
   
A recuperação de Sid e a sua morte
Após ser libertado, Sid começa a namorar Michelle Robinson e, mesmo estando com ela, ele envolveu-se com a namorada do irmão de Patti Smith, Todd Smith. A história acaba com uma luta e Sid agridiu Todd com uma garrafa de cerveja no rosto. Sid regressa à cadeia e mais uma vez sob fiança, sai de lá após 55 dias, com liberdade condicional.
Todos acreditavam na desintoxicação de Sid mas, após uma festa de homenagem pela sua libertação, na casa da sua mãe, ele fechou-se na casa de banho e injetou uma grande dose de heroína. Foi achado morto, deitado de costas na cama do apartamento de Michelle Robinson, na manhã de 2 de fevereiro de 1979, aos 21 anos, de overdose de heroína. Acredita-se que Sid havia roubado a droga à própria mãe (que tinha ido para a prisão por posse de drogas). Uma das últimas pessoas que estiveram com ele naquela noite foi Jerry Only o baixista do Misfits.
Após a morte, a sua mãe encontrou na sua jaqueta uma carta de suicida, que dizia:
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We had a death pact, and I have to keep my half of the bargain. Please bury me next to my baby in my leather jacket, jeans and motorcycle boots. Goodbye.
(Nós fizemos um pacto de morte, e eu tenho que manter a minha parte do acordo. Por favor, enterrem-me ao pé do meu amor com a minha jaqueta, jeans e botas de motard. Adeus.)
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- Sid Vicious
Pelo facto de Nancy ser judia e ter sido enterrada num cemitério israelita, Vicious não foi autorizado a ser enterrado próximo de Nancy. Ele foi cremado e conta-se que a sua mãe perdeu parte das suas cinzas no aeroporto de Heathrow e depositou o resto no túmulo de Nancy, contrariando as autoridades judaicas.
O seu romance com Nancy tornou-se a versão de Romeu e Julieta no mundo punk.