segunda-feira, abril 06, 2020
Stravinsky morreu há 49 anos
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sexta-feira, março 27, 2020
Rostropovich nasceu há 93 anos
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quarta-feira, janeiro 01, 2020
Xavier Cugat nasceu há cento e vinte anos
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domingo, novembro 10, 2019
Ennio Morricone nasceu há 91 anos
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segunda-feira, junho 17, 2019
Stravinski nasceu há 137 anos
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sábado, abril 06, 2019
Stravinsky morreu há 48 anos
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quinta-feira, março 21, 2019
Bach nasceu há 334 anos
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segunda-feira, janeiro 21, 2019
Plácido Domingo - 78 anos
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quarta-feira, julho 18, 2018
Joly Braga Santos morreu há trinta anos
José Manuel Joly Braga Santos nasceu em Lisboa a 14 de maio de 1924. A música, que já ouvia aos dois anos de idade, é a primeira forma artística de que se lembra. Gostava que lhe oferecessem instrumentos musicais e o seu pai, apercebendo-se da sua predilecção pela música, levava-o aos concertos e à opera. Joly gostava especialmente das óperas com muito coro.
Aos cinco anos começou a tocar num violino de brincadeira. O seu apego ao instrumento parecia conduzi-lo a uma carreira de violinista profissional. Na verdade, chegou a estudar violino e composição no Conservatório de Lisboa, onde foi aluno de Luís de Freitas Branco. Provando ser o seu aluno mais talentoso, Joly herdou do mais proeminente compositor da altura a paleta de cores das suas orquestrações. Outra pessoa que muito contribuiu para a sua formação foi o maestro Pedro de Freitas Branco, dando a conhecer a obra de Braga Santos em todo o mundo. O próprio compositor lembra: «Ele ajudou-me de uma forma espantosa e abriu caminho à formação que mais tarde eu viria a ter.»
Música
Durante a sua juventude, o contexto de guerra mundial de então impediu um contacto mais próximo do compositor com a cultura musical europeia. Joly Braga Santos procurou assim inspiração na tradição portuguesa, especialmente na obra do seu mestre Luís de Freitas Branco. O antigo folclore português e o polifonismo renascentista está bem presente no seu primeiro período, durante o qual compõe as suas primeiras quatro sinfonias. O talento de Joly demonstra-se assim a si próprio pelo facto das referidas obras terem sido compostas entre os 22 e os 27 anos e imediatamente executadas pela Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional. Mas antes de completar os seus 20 anos, o compositor transpôs para música textos de, Antero de Quental, Fernando Pessoa e Luís de Camões, que voltaria a ser fonte de inspiração da sua 6ª Sinfonia. Contudo já na 4ª sinfonia tinha usado um poema de Vasconcellos Sobral no seu epílogo, tema esse que chegou a ser proposto para Hino Mundial da Juventude.
O contacto com a Europa acontece com a sua ida para Itália, país onde foi bolseiro para musicologia, composição musical e direcção de orquestra. Estudou com Virgílio Mortari, Gioachino Pasqualini, Alceo Galliera e Hermann Scherchen, cujo Curso Internacional de Regência frequentou com Luigi Nono, Bruno Maderna e Fernando Corrêa de Oliveira.
No seu regresso a Portugal, Joly tornou-se uma figura de destaque na direcção de orquestra e durante um longo período de tempo deixou de lado a composição. Refere-se a essa fase como um período "sabático", antes de se voltar, em 1965, para a sua maior criação, a Quinta Sinfonia. Esta obra foi o seu último trabalho puramente orquestral, pois a Sexta Sinfonia foi composta para coro e soprano.
Por esta altura, o compositor português estava já bastante familiarizado com a mudança de estilo musical resultante do período pós-guerra, apoiando aqueles que compunham num idioma mais agressivo e mais moderno. Braga Santos também catapultou a sua carreira nesse sentido, embora sem nunca perder a qualidade melódica que faz a sua música tão brilhante, misturando-a apenas com um pouco daquela aspereza que aparecia então na música mundial. Neste período compôs a ópera Trilogia das Barcas, baseada em Gil Vicente e estreada em 1970 no Festival da Gulbenkian, constituindo umas das grandes obras de sempre do repertório lírico português.
A música de Joly Braga Santos pode ser vista principalmente como uma fusão dos vários estilos Europeus, particularmente da Europa Ocidental. Mas é o próprio quem diz: «Desde sempre entendi que tinha de criar o meu próprio estilo e a minha música devia ser o resultado dessa criação.» A melodia era para ele a razão de ser da música.
Além da vasta obra musical, Braga Santos pertenceu ainda ao Gabinete de Estudos Musicais da Emissora Nacional, foi Director da Orquestra Sinfónica do Porto, Maestro Assistente e de Captação da Orquestra Sinfónica da RDP, professor de Composição do Conservatório Nacional de Lisboa, crítico e articulista, entre outros do Diário de Notícias, e fundou ainda a Juventude Musical Portuguesa.
O musicólogo João de Freitas Branco, autor da obra de referência da história da música portuguesa, salientou a generosidade cultural do maior sinfonista português. «Ele é o inverso do artista que se dirige apenas a minorias privilegiadas. Ele queria que muitas pessoas viessem a usufruir da sua arte.» Comunicar para ele era essencial, contribuindo para isso o seu espírito aberto. Pai de uma família muito unida, adorava as suas filhas, a quem chamava as suas «maravilhas pequeninas»
Eleito pela UNESCO como um dos 10 melhores compositores da música contemporânea de então, Joly Braga Santos disse de si próprio, parafraseando Stravinsky, «Não me considero compositor, mas sim inventor de música.»
Morreu em Lisboa, no ano de 1988.
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quinta-feira, abril 05, 2018
O Maestro Herbert von Karajan nasceu há 110 anos
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sábado, janeiro 06, 2018
Max Bruch nasceu há 180 anos
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quinta-feira, abril 27, 2017
Rostropovich morreu há dez anos...
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segunda-feira, março 27, 2017
Rostropovich nasceu há 90 anos
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sábado, março 25, 2017
Toscanini nasceu há 150 anos
- Pagliacci (Ruggiero Leoncavallo) - Milão, 21 de maio, 1892
- Guglielmo Swarten (Gnaga) - Roma, 15 de novembro, 1892
- Savitri (Natale Canti) - Bolonha, 1 de dezembro, 1894
- Emma Liona (Antonio Lozzi) - Veneza, 24 de Maio, 1895
- La Bohème (Giacomo Puccini) - Turim, 1 de fevereiro, 1896
- Forza d'Amore (Arturo Buzzi-Peccia) - Turim, 6 de março, 1897
- La Camargo (Enrico de Leva) - Turim, 2 de março, 1898
- Anton (Cesare Galeotii) - Milão, 17 de dezembro, 1900
- Zaza (Leoncavallo) - Milão, 10 de novembro, 1900
- Le Maschere (Pietro Mascagni) - Milão, 17 de janeiro, 1901
- Mosè (Don Lorenzo Perosi) - Milão, 16 de novembro, 1901
- Germania (Alberto Franchetti) - Milão, 11 de março, 1902
- Oceana (Antonio Smareglia) - Milão, 22 de janeiro, 1903
- Cassandra (Vittorio Gnecchi) - Bolonha, 5 de dezembro, 1905
- Gloria (Francesco Cilea) - Milão, 15 de abril, 1907
- La Fanciulla del West (Puccini) - Nova Iorque, 10 de dezembro, 1910
- Madame Sans-Gène (Umberto Giordano - Nova Iorque, 25 de janeiro, 1915
- Debora e Jaele (Ildebrando Pizzetti) - Milão, 16 de dezembro, 1922
- Nerone (Arrigo Boito - acabada por Toscanini e Vincenzo Tommasini) - Milão, 1 de maio, 1924
- La Cena delle Beffe (Giordano) - Milão, 20 de december, 1924
- I Cavalieri di Ekebu (Riccardo Zandonai) - Milão, 7 de março, 1925
- Turandot (Puccini) - Milão, 25 de abril, 1926
- Fra Gherado (Pizzetti) - Milão, 16 de maio, 1928
- Il Re (Giordano) - Milão, 12 de janeiro, 1929
- Adagio for Strings and First Essay for Orchestra (Samuel Barber) - Orquestra Sinfónica da NBC, Nova Iorque, 5 de novembro, 1938
- Western Suite (Elie Siegmeister) - Orquestra Sinfónica da NBC, Nova Iorque, novembro de 1945.
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segunda-feira, janeiro 16, 2017
O maestro Arturo Toscanini morreu há 60 anos
- Pagliacci (Ruggiero Leoncavallo) - Milão, 21 de maio, 1892
- Guglielmo Swarten (Gnaga) - Roma, 15 de novembro, 1892
- Savitri (Natale Canti) - Bolonha, 1 de dezembro, 1894
- Emma Liona (Antonio Lozzi) - Veneza, 24 de maio, 1895
- La Bohème (Giacomo Pucci)ni - Turim, 1 de fevereiro, 1896
- Forza d'Amore (Arturo Buzzi-Peccia) - Turim, 6 de março, 1897
- La Camargo (Enrico de Leva) - Turim, 2 de março, 1898
- Anton (Cesare Galeotii) - Milão, 17 de dezembro, 1900
- Zaza (Leoncavallo) - Milão, 10 de novembro, 1900
- Le Maschere (Pietro Mascagni) - Milão, 17 de janeiro, 1901
- Mosè (Don Lorenzo Perosi) - Milão, 16 de novembro, 1901
- Germania (Alberto Franchetti) - Milão, 11 de março, 1902
- Oceana (Antonio Smareglia) - Milão, 22 de janeiro, 1903
- Cassandra (Vittorio Gnecchi) - Bolonha, 5 de dezembro, 1905
- Gloria (Francesco Cilea) - Milão, 15 de abril, 1907
- La Fanciulla del West (Puccini) - Nova Iorque, 10 de dezembro, 1910
- Madame Sans-Gène (Umberto Giordano) - Nova Iorque, 25 de janeiro, 1915
- Debora e Jaele (Ildebrando Pizzetti) - Milão, 16 de dezembro, 1922
- Nerone (Arrigo Boito - acabada por Toscanini e Vincenzo Tommasini) - Milão, 1 de maio, 1924
- La Cena delle Beffe (Giordano) - Milão, 20 de dezembro, 1924
- I Cavalieri di Ekebu (Riccardo Zandonai) - Milão, 7 de março, 1925
- Turandot (Puccini) - Milão, 25 de abril, 1926
- Fra Gherado (Pizzetti) - Milão, 16 de maio, 1928
- Il Re (Giordano) - Milão, 12 de janeiro, 1929
- Adagio for Strings and First Essay for Orchestra (Samuel Barber) - Nova Iorque, 5 de novembro, 1938
- Western Suite (Elie Siegmeister) - Nova Iorque, novembro de 1945.
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quinta-feira, dezembro 29, 2016
Pablo Casals nasceu há 140 anos
Infância
Pau Carles Salvador Casals i Defilló nasceu na cidade de El Vendrell, na província de Tarragona, Catalunha, Espanha. O seu pai, Carles Casals i Ribes (1852–1908), era organista e maestro do coral da paróquia, instruindo o filho em instrumentos como o piano, violino e órgão. A sua mãe, Pilar Defilló, nasceu em Mayagüez, Porto Rico, de pais catalães.
Casals demonstrou talento desde pequeno, obtendo fama internacional ainda jovem. Centralizando as suas atividades de músico em Paris, percorreu a Europa e os Estados Unidos da América promovendo concertos e recitais.
Logo depois eclodiu a Segunda Guerra Mundial e Casals continuou na sua resoluta oposição contra o governo de Franco, combatendo também os fascistas alemães e italianos que o apoiavam. Os nazis ameaçaram-no, tentando suborná-lo, mas ele manteve-se firme nas suas convicções e ajudou os refugiados da Espanha fascista.
Quando a guerra terminou e a paz voltou a reinar na França, muitos músicos foram a Prades estudar com Casals.
Em junho de 1950, ele organizou um festival de música para incentivar os jovens artistas. Foi o início do Festival de Prades, que mais tarde tornou-se conhecido em todo o mundo.
Casals foi convidado a dar um concerto, no dia 24 de outubro de 1958, para festejar o dia das Nações Unidas, na sua sede em Nova York. Nessa oportunidade Casals propôs a união da humanidade em busca da paz, através do Hino da Alegria de Beethoven.
Ironicamente, Pau Casals tornou-se conhecido internacionalmente pelo seu nome em castelhano, Pablo, com a curiosidade de ser um grande incentivador da luta contra a ditadura de Francisco Franco e o domínio nazi. Por fim, o nome imposto pelo regime franquista ficou gravado e é por ele que é mais conhecido.
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sábado, janeiro 16, 2016
Música para recordar que Arturo Toscanini morreu há 59 anos
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sexta-feira, janeiro 01, 2016
O maestro Xavier Cugat nasceu há 116 anos
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terça-feira, dezembro 29, 2015
Pablo Casals nasceu há 139 anos
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segunda-feira, abril 06, 2015
Stravinsky morreu há 44 anos
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