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sexta-feira, maio 15, 2020

Elio de Angelis morreu há 34 anos

  
Elio de Angelis (Roma, 26 de março de 1958 - Le Castellet, 15 de maio de 1986) foi um piloto italiano de Fórmula 1 que participou nos campeonatos entre 1979 e 1986. Ele correu pelas equipas Shadow, Lotus e Brabham. Morreu durante testes no circuito de Paul Ricard, em Le Castellet, em 1986. Algumas vezes, referiam-se a ele como o "último cavalheiro da Fórmula 1", e embora provavelmente não fosse um dos pilotos mais talentosos, certamente estava entre os mais populares da categoria.
   
(...)
   
Em 1986, De Angelis correu pela Brabham - outra equipe famosa agora em declínio - como substituto do bicampeão mundial Nelson Piquet (que havia ido para a equipe Williams, porque o homem forte da Brabham, Bernie Ecclestone, não lhe deu um aumento de salário).
A Brabham-BMW de 1986, a BT55 Skate, era um carro de design radical, com um assento extremamente baixo. Todavia, não conseguiu tirar a Brabham do seu rápido declínio, e logo se tornou claro que aquele modelo não seria o ano em que a equipa recuperaria os seus dias de glória do início dos anos 80. Não obstante, De Angelis deu o melhor de si para ajudar no desenvolvimento do carro.
Durante testes no circuito de Paul Ricard, na França, a asa traseira do BT55 soltou-se enquanto ele pilotava a alta velocidade, fazendo com que o carro perdesse pressão aerodinâmica nas rodas traseiras, capotasse sobre uma barreira e começasse a arder. O impacto não matou De Angelis, mas não conseguiu sair do veículo sozinho, e a ausência de bombeiros no circuito francês - ou de alguém que pudesse ter ajudado - e uma demora de 30 minutos para a chegada de um helicóptero de resgate, fez com que ele morresse asfixiado pelo fumo. Os seus únicos outros ferimentos foram uma clavícula partida e queimaduras leves nas costas.
De Angelis seria o último piloto da F-1 a morrer a pilotar antes de Roland Ratzenberger, em Ímola, oito anos mais tarde, no fatídico fim de semana em que também morreu Senna. O seu lugar na equipa Brabham foi ocupado, ironicamente, por Derek Warwick - supostamente porque o inglês foi o único piloto desempregado que não ligou imediatamente para Ecclestone, perguntando se o podia substituir.
Além do seu talento como piloto, De Angelis era também um pianista de nível profissional o qual, certa vez, num episódio famoso, entreteve os demais pilotos com um recital, durante a greve de pilotos nos treinos do GP da Africa do Sul de 1982.
 

sexta-feira, maio 01, 2020

Ayrton Senna morreu há 26 anos

   
Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960 - Bolonha, 1 de maio de 1994) foi um piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e ainda em 1993. Morreu num acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prémio de San Marino, de 1994. É reconhecido como um dos maiores nomes do desporto brasileiro e um dos maiores pilotos da história do automobilismo.
Senna começou a sua carreira competindo no karting. Mudou-se para competições de automobilismo em 1981, sagrando-se campeão do Campeonato Britânico de Fórmula 3, 2 anos após a sua estreia. O seu bom desempenho na Fórmula 3 impulsionou a sua ascensão à Fórmula 1, fazendo a sua primeira aparição na categoria no Grande Prémio do Brasil, de 1984, pela equipe Toleman-Hart, tendo abandonado a corrida na 8ª volta. Na sua primeira temporada, Senna conseguiu pontuar em 5 corridas, fechando o ano com treze pontos e a 9ª posição na classificação geral dos pilotos. No ano seguinte, trocou a Toleman-Hart pela Lotus-Renault, equipa pela qual venceu seis Grandes Prémios ao longo de três temporadas. Em 1988, juntou-se ao francês Alain Prost (que seria o seu maior rival na sua carreira) na McLaren-Honda e viveu anos vitoriosos pela equipa. Os dois juntos venceram 15 dos 16 Grandes Prémios daquela temporada, e Senna sagrou-se campeão mundial pela primeira vez. Prost levou o campeonato de 1989, e Senna retomou o título em 1990 - ambos títulos foram decididos por colisões entre os pilotos no Grande Prêmio do Japão. Na temporada seguinte, Senna ganhou o seu terceiro título mundial, tornando-se o piloto mais jovem a conquistar um tricampeonato na Fórmula 1 - façanha que foi mantida até o final da temporada de 2012, quando Sebastian Vettel chegou ao tricampeonato, vencendo três anos consecutivos. A partir de 1992, a equipe Williams-Renault dominou amplamente a competição. Ainda assim, Ayrton Senna conseguiu terminar a temporada de 1993 como vice-campeão, vencendo cinco corridas. Negociou então uma transferência para a Williams em 1994.
A sua reputação de piloto veloz ficou marcada pelo recorde de pole positions que deteve. Sobre asfalto chuvoso, demonstrava grande capacidade e perícia, como demonstrado em atuações antológicas nos GPs de Mónaco de 1984, de Portugal, em 1985 e da Europa, em 1993. Senna ainda detém o recorde de maior número de vitórias no prestigioso Grande Prémio de Mónaco - seis - e é o terceiro piloto mais bem sucedido de todos os tempos em termos de vitórias.
Em dezembro de 2009 a revista inglesa Autosport publicou um estudo onde fez uma eleição para a escolha do melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos. A revista consultou 217 pilotos que passaram pela categoria, e Ayrton Senna venceu tal votação.
A rede de comunicação estatal britânica, BBC, elegeu o brasileiro Ayrton Senna como o melhor piloto de Fórmula 1 da história. “Provavelmente nenhum piloto da Fórmula 1 tenha se dedicado mais ao desporto e dado mais de si mesmo em sua rígida busca pelo sucesso. Ele era uma força da natureza, uma combinação incrível de muito talento e, em alguns casos, uma determinação espantosa”, aponta o texto publicado no site da BBC.
Em 2012, o SBT realizou o programa O Maior Brasileiro de Todos os Tempos para eleger a maior personalidade do país. Ayrton Senna ficou entre os 12 mais votados, sendo vencido por Chico Xavier em uma das semifinais do programa.
Em 2014, foi homenageado pela escola de samba Unidos da Tijuca, que veio a ser campeã do carnaval carioca.
É considerado um dos maiores ídolos do desporto no Brasil, ganhando inclusive a alcunha de herói nacional por parte dos media especializados em automobilismo.
   

sábado, março 21, 2020

Ayrton Senna nasceu ha sessenta anos...

  
Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960 - Bolonha, 1 de maio de 1994) foi um piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e em 1993. Morreu em um acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prémio de San Marino de 1994. Está entre os pilotos de Fórmula 1 mais influentes e bem-sucedidos da era moderna e é considerado um dos maiores pilotos da história do desporto.
  

domingo, janeiro 26, 2020

Paul Newman nasceu há 95 anos

  
Filho de um bem sucedido comerciante de artigos desportivos, Newman começou a carreira em peças do colégio e, após obter a dispensa da marinha americana, em 1946, foi estudar no Kenyon College. Após a formatura, ele passou um ano na Yale Drama School, indo depois para Nova Iorque, onde entrou para uma escola de formação de atores de renome, a Actors Studio, dirigida por Lee Strasberg.
 
Carreira
Depois da sua primeira aparição na Broadway, em Picnic (1953), foi-lhe oferecido um contrato pela Warner Bros.. O seu primeiro filme, The Silver Chalice, de 1954, foi quase o seu último: considerou a sua performance tão má que publicou um anúncio de página inteira num jornal pedindo desculpas a quem tivesse visto o filme.
Saiu-se muito melhor na sua segunda tentativa, em Marcado pelo Ódio (1956), onde deu vida ao boxer Rocky Graziano e foi aclamado pela crítica por sua grande atuação.
Com Cat on a Hot Tin Roof (Gata em Telhado de Zinco Quente) e The Long Hot Summer (Paixões que Escaldam), cuja atuação lhe valeu o prémio de melhor ator no Festival de Cannes, estabelecendo-o como novo astro de Hollywood no fim da década de 50, Paul tornou-se um líder de bilheteiras da década seguinte, estrelando filmes como The Hustler (A Vida é um Jogo, 1961), The Prize (O Prémio), 1963), Hud (O mais selvagem entre mil, 1963), Cool Hand Luke (O presidiário, 1967) e Hombre (1967), fechando os anos 60 com o mega sucesso de crítica e bilheteira mundial Butch Cassidy and the Sundance Kid (Dois Homens e um Destino, 1969), ao lado de Robert Redford.
A dupla trabalharia junta quatro anos depois, em A Golpada, de George Roy Hill, outro grande sucesso de Newman e vencedor do Óscar de melhor filme de 1973.
Também produziu e dirigiu muitos filmes de qualidade, incluindo Rachel, Rachel (1968), estrelado pela esposa Joanne Woodward e com o qual foi premiado com o Globo de Ouro de melhor diretor. Indicado dez vezes pela Academia como melhor ator, finalmente venceu pela sua atuação em The Color of Money (A Cor do Dinheiro, 1986). Por curiosidade, no ano anterior havia recebido um Óscar especial, pelo conjunto da carreira.
Outros filmes importantes de Paul Newman são: Cat on a Hot Tin Roof (Gata em Telhado de Zinco Quente, 1958), The Long Hot Summer (Paixões que Escaldam, 1958), Exodus (1960), Sweet Bird of Youth (Corações na Penumbra), onde refez no cinema o mesmo papel que já havia feito na Broadway (1962), Torn Curtain (Cortina Rasgada, 1966), The Towering Inferno (Torre do Inferno, 1974), Absence of Malice (Ausência de Malícia, 1981) e The Verdict (O Veredicto, 1982).
Fazendo menos filmes na década de 90, e dedicando-se mais à sua fábrica de molhos e condimentos, Newman's Own (com a qual ganhou mais dinheiro que no cinema, porém dedicou quase todo o lucro à caridade e à sua equipa de corridas de automóveis), Paul reapareceu em grande estilo, já aos 77 anos, em Road to Perdition (Caminho para Perdição, 2002), trabalhando com Tom Hanks e o futuro James Bond, Daniel Craig, e foi novamente indicado para o Óscar, desta vez como ator coadjuvante. Em 1995, ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim como melhor ator no filme Nobody's Fool.
 
Nomeações para o Óscar
 
Política e velocidade
Newman também foi conhecido por seu apoio a causas políticas liberais nos Estados Unidos. Nos anos 60, esteve bastante envolvido na campanha de candidatos democratas à Presidência. O seu forte apoio à Eugene McCarthy, em 1968, fazendo diversos anúncios de televisão a favor do candidato democrata, fez Richard Nixon, o adversário de McCarthy e que acabou por ser eleito, colocá-lo em 19º lugar numa lista dos seus piores inimigos, o que fez Newman declarar que esta seria uma das maiores honras da sua vida.
A sua paixão pelo automobilismo e pela velocidade ficaram famosas. Apesar de daltónico, dos anos 70 aos 90 Newman destacou-se como piloto amador, correndo em carros de desporto nos Estados Unidos e na Europa, onde chegou a conseguir um segundo lugar nas 24 Horas de Le Mans com um Porsche 935. Nos anos 1980 envolveu-se na Fórmula Indy, onde se tornou sócio-proprietário da equipe Newman-Haas Racing, equipa vencedora de quatro títulos da Champ Car. Aos setenta anos, foi o mais velho piloto a vencer uma corrida de prestígio, ao fazer parte do equipa de pilotos do carro que venceu as 24 Horas de Daytona de 1995.
 
Cancro e morte
Newman, ex-fumador inveterado, padeceu durante muito tempo de cancro do pulmão. Em maio de 2008, foi afastado da direção de uma versão de Ratos e homens, baseada no livro de John Steinbeck, após a doença ter sido diagnosticada no hospital Sloan-Kettering Cancer Centre, em Nova York.
Em março de 2008, Newman negou boatos de que estaria com cancro, depois de ter faltado a um evento beneficente da instituição infantil Hole in The Wall Gang, criada por ele. No mesmo mês, ele cancelou uma aparição no talk show The Late Show with David Letterman. O seu porta-voz, Warren Cowan, ocultou a sua hospitalização insistindo que o ator estava "recebendo tratamento para pé-de-atleta e queda de cabelo". O jornal New York Post divulgou que um paciente de cancro disse ter visto Newman, em março de 2008, regularmente no oncologista.
Em agosto, após encerrar as sessões de quimioterapia contra o cancro, o ator Paul Newman foi informado de que teria poucas semanas de vida e pediu aos médicos e aos seus familiares para deixar o hospital e ser levado à sua casa, em Westport, no estado americano de Connecticut, onde morreu a 26 de setembro de 2008, rodeado dos seus familiares e amigos, incluindo a sua esposa, Joanne Woodward, com quem esteve casado 50 anos, e os seus três filhos. O seu corpo foi cremado, após um serviço fúnebre privado, perto da sua casa, em Westport. Com Paul Newman morto, já não puderam colocar a sua voz como Doc Hudson em Carros 2.
 

segunda-feira, dezembro 30, 2019

O músico Jay Kay, o vocalista dos Jamiroquai, faz hoje cinquenta anos!

  
Jason "Jay" Kay, nascido Jason Luís Cheetham (Manchester, 30 de dezembro de 1969), é um músico britânico, vocalista e compositor da banda Jamiroquai.
  
Biografia
Filho da cantora Karen Kay, Jay Kay, só foi conhecer o seu pai biológico em 2001, o guitarrista português Luís Saraiva. Jay Kay também tinha um irmão gémeo que morreu no nascimento. Estudou na Escola Oakham em Rutland, Inglaterra.
Após um incidente com a lei, Kay resolveu levar uma vida digna e seguir o caminho da música. Juntou, então, outros músicos e formou a banda Jamiroquai. A formação original contava com: Toby Smith, Stuart Zender, Nick Van Gelder e Wallis Buchanan, além de Kay como vocalista.
A banda Jamiroquai vendeu mais de vinte e cinco milhões de discos e figurou na lista das músicas mais tocadas durante 141 semanas, entre 1992 e 2005.
  
Vida pessoal
A lista de suas ex-namoradas inclui Winona Ryder e Denise van Outen.
Além disso, Jay sempre teve um relacionamento conturbado com a imprensa; ele foi multado em 2001 por agredir um fotógrafo e destruir a sua câmara.
  
Carros
Paralelamente à sua notoriedade pela música, Jay é conhecido por sua paixão por carros desportivos. A sua impressionante coleção inclui modelos das principais marcas de carros como Ferrari, Lamborghini, BMW, Mercedes, Land Rover, Rolls-Royce e Aston Martin.
Tal paixão pelos carros foi expressa no álbum "Travelling Without Moving", cuja capa se vê uma adaptação da marca da banda ("Buffalo Man") com o logo da Ferrari. Além disso três carros de sua coleção aparecem no vídeo da música “Cosmic Girl”, do mesmo álbum.
Em maio de 1998, Kay foi detido guiando a 180 Km/h e teve sua carta de condução suspensa por 42 dias. Na ocasião ele declarou:
"Eu deveria considerar-me um sortudo. Já guiei a 281 km/h numa estrada pública. Se eu fosse apanhado, deveria ficar preso."
Alguns dos modelos da sua coleção de carros:
  

segunda-feira, setembro 30, 2019

James Dean morreu há 64 anos

James Byron Dean (Marion, Indiana, 8 de fevereiro de 1931 - Cholame, Califórnia, 30 de setembro de 1955) foi um ator norte americano. É considerado um ícone cultural, como a melhor personificação da rebeldia e angústias próprias da juventude da década de 50.
James Byron Dean era filho único e o seu nome foi uma homenagem da mãe ao poeta inglês Lord Byron. Filho de Wilton Dean, um protético, e de Mildred Dean, filha de agricultores metodistas, aos 8 anos ele já tocava violino e tinha aulas de sapateado. Em 1940 perdeu a mãe, vítima de cancro. Com a morte da mãe, foi morar com os tios Marcus e Ortence Winslow, em Fairmount. Considerado uma criança introspectiva, Jimmy, como era chamado, cresceu na fazenda de 300 acres dos tios, ali aprendeu a dirigir um trator e até a ordenhar vacas. Aos 14 anos, já participava no teatro escolar e aos 17 anos ganhou a sua primeira moto, uma Triumph, presente do seu tio Marcus.
Em 1949, Dean foi para Los Angeles, com a intenção de estudar arte dramática e morar com o pai e a madrasta. Ele deu-lhe um Chevrolet em segunda mão. Abandonou a faculdade e foi para Nova York fazer o lendário Actor's Studio de Lee Strasberg. Para se manter em Nova York, trabalhou como empregado de bar e cobrador de autocarro. Nesta mesma época conheceu Jane Deacy, que se tornou a sua agente.
Em 1951 fez a sua estreia no cinema, num pequeno papel não creditado do filme Fixed Bayonets!. Em 1952, começou a fazer pequenas papéis na TV. Em 1953, encenou na Broadway a peça de Richard Wash "See the Jaguar". A peça foi um fracasso, mas James Dean chamou a atenção da critica. Encenou a Peça "O Imoralista", baseada na obra de André Gide, interpretando um homossexual. Com a peça ganhou o Tony Award de melhor ator do ano.
Em 1954, para fazer o filme de Elia Kazan, "A Leste do Paraíso", baseado na obra de John Steinbeck, em que interpretava um jovem solidário e amargurado, teve que assinar um contrato com uma cláusula em que se comprometia a não dirigir carros de corrida durante as filmagens.
Enquanto James Dean era uma promessa, Marlon Brando já era um astro. As comparações eram inevitáveis. James Dean conheceu Brando no set de filmagem de "Desirée", ficando decepcionado com o seu ídolo, graças a um comentário feito por Brando sobre as roupas do jovem ator. Ele usava calças de jeans e camisa.
Em 1954, conheceu a jovem estrela de O Cálice Sagrado, Pier Angeli, para muitos o grande amor da sua vida, mas a mãe de Pier foi contra o relacionamento, pelo facto de ele não ser católico. Jimmy já era conhecido por seu temperamento difícil, pelo que o rompimento do namoro abalou o ator. Ao saber que a ex-namorada estava de casamento marcado com o cantor Vic Damone, apareceu na porta da Igreja Católica de São Timóteo e conseguiu chamar a atenção dos noivos, "arrancando" com a moto em alta velocidade. Só encontraria Pier quase um ano mais tarde, nas filmagens de O Gigante.
Durante as gravações de O gigante, Dean circulava com uma loura exuberante, Ursula Andress, que se tornaria a primeira Bond Girl. Ela disse que ele era "como um animal selvagem".
Fora dos sets de filmagem, era conhecido por uma agitada vida social, fumava e bebia, e possuía um enorme fascínio por carros velozes e pela velocidade em si - paixão essa que lhe custou a vida.
  
Morte
Quando se dirigia para uma corrida, em 30 de setembro de 1955, envolveu-se num acidente fatal, partindo imediatamente a coluna vertebral e sofrendo de hemorragias internas. Quando foi colocado na ambulância, o passageiro que estava a seu lado, o mecânico Rolf Wütherich, ouviu "um grito suave emitido por Jimmy - a lamúria de um menino chamando a sua mãe ou de um homem encarando Deus."
No dia em que morreu, James Dean ainda esgotava os cinemas com o seu primeiro filme. A consagração final chegou poucos dias após a sua morte, quando Fúria de viver chegou aos cinemas. Recebeu duas indicações ao Óscar, postumamente. Em 1956, por A leste do paraíso (a primeira indicação póstuma na história dos prémios), e em 1957, por O Gigante, ambas por melhor ator. Ganhou dois Globo de Ouro, em 1956, como melhor ator e, no ano seguinte, num prémio especial que o consagrou como ator favorito do público.
   
    

domingo, setembro 15, 2019

Colin McRae morreu há doze anos

Colin Steele McRae (Lanark, 5 de agosto de 1968 - Jerviswood, South Lanarkshire, 15 de setembro de 2007) foi um piloto britânico do Campeonato Mundial de Ralis, filho de Jimmy McRae, cinco vezes campeão do Rali do Reino Unido.
Ganhou o título de campeão do mundo em 1995, foi vice-campeão em 1996, 1997 e 2001, e terceiro em 1998. Ajudou a Subaru a garantir o título de construtores em 1995, 1996 e 1997, e a Citroën em 2003. Foi agraciado com o título de MBE (Member of the British Empire) pela Rainha Isabel II em 1996.
Campeonato Mundial de Ralis (WRC)
Colin venceu o seu primeiro WRC em 1993, ao volante de um Subaru Legacy da equipa Prodrive no Rali da Nova Zelândia, ajudou a equipa nipónica a conquistar três títulos de construtores seguidos, incluindo um para o palmarés de Colin em 1995, após um final de campeonato emocionante na sua terra-natal, com o seu colega de equipa e bi-campeão do mundo Carlos Sainz. Também mais tarde em 1998 venceu a Corrida dos Campeões.
Após vários anos em busca de títulos, Colin McRae mudou-se para a equipa M-Sport Ford em 1999, ao comando do novo Ford Focus WRC. Esta mudança foi realçada com duas vitórias no Rali Safari e em Portugal. Contudo teve de lutar bastante durante o resto da temporada, sobretudo devido à concorrência dos seus principais adversários, o que acabou por falhar o seu segundo título de campeão pela M-Sport em 2001.
Com a vitória no Rali Safari em 2002, McRae ficou no livro dos recordes ao ser o piloto com mais vitórias no campeonato do mundo, sendo mais tarde ultrapassado em 2003 pelo espanhol Carlos Sainz e pelo francês Sébastien Loeb.
Em 2003, McRae decidiu deixar a Ford e assinar contrato com a promissora equipa da Citroën, contudo o escocês apenas se ficou pelo sétimo lugar na geral, sem nenhuma vitória em qualquer rali. Quando a esperança de um segundo contrato com a Subaru se desfez - devido à entrada na equipa do novo talento Mikko Hirvonen para fazer dupla com Petter Solberg em 2003 - acabou por abandonar a competição em 2004.
No final de 2006, tinha participado em 146 provas, foi colega de vários pilotos incluindo Carlos Sainz, Richard Burns, Ari Vatanen e Sébastien Loeb.
Apesar de não oficialmente retirado, Colin optou por se afastar durante um período do WRC e realizar outros desejos, tais como a bordo de uma carrinha da Nissan no rali mais duro do mundo, o Rali Paris-Dakar. Também competiu na prova francesa das 24 Horas de Le Mans.
Após um ano longe dos ralis, em 2004 teve o seu regresso ao volante de um Škoda Fabia WRC no Rally GB do País de Gales, acabando num decepcionante sétimo lugar devido à falta de competitividade do carro. Mais tarde recebeu a trágica notícia da morte do seu companheiro britânico Michael Park. Depois no Rali da Austrália conseguiu um segundo lugar, após problemas no carro a três especiais do final. Entretanto Colin acreditava que podia regressar ao WRC em 2006 com a equipa da Škoda a trabalhar para obter melhores resultados.
A 5 de Agosto de 2006, Colin e o seu co-piloto Nicky Grist competiram pela Subaru no primeiro rali americano transmitido ao vivo pela televisão em Los Angeles, como fazendo parte dos X-Games. A duas curvas do final, o seu carro virou, danificando bastante a frente e o pneu esquerdo, mesmo assim o carro cruzou a linha da meta acabando em segundo lugar.
Em Outubro de 2006 foi anunciado que iria substituir o actual campeão - na altura Loeb - na equipa Kronos Citroën no Rali da Turquia, devido à fractura de um braço em virtude da queda de bicicleta. Na última especial um problema no alternador, fez com que Colin ficasse fora dos dez primeiros lugares. Para Colin esta seria a hipótese de regressar em grande à estrada, o que não aconteceu.
Colin McRae Rally
Uma outra participação de Colin foi no mundo dos jogos de computadores. Em 1998 foi lançado o intitulado Colin McRae Rally, sendo o segundo jogo lançado em 2000 disponível para a PlayStation da Sony e para computador, mais tarde adaptado para Game Boy Advance em 2002. A terceira versão surgiu de novo para computador e Xbox.
A quarta versão chegou em 2005, trazendo novos gráficos e mais realismo, aumentando assim a intensidade da experiência da condução de um verdadeiro carro de rali, mais tarde adaptado para PSP da Sony e N-Gage da Nokia. A nova geração deste jogo será com o título de Colin McRae Dirt, que será adaptado para computador, Xbox 360 e mais tarde para PlayStation 3, finais de 2007.
Colin McRae Dirt é o único jogo que conta com um carro Português, o Saab 9.3 Turbo de Eduardo Veiga, Bi-Campeão Nacional de Ralicross. O aparecimento do carro de Eduardo Veiga é de base no jogo e não um ad-on. Foram preciso mais de 10 gigas de fotografias e vinte páginas sobre as características e comportamento do carro em pista, para dar ao jogo a versão realista que tem. Entre a a escolha do carro do bi-campeão nacional para participar no jogo e o aparecimento do jogo no mercado passaram-se mais de dois anos.
Uma edição especial para telefones móveis também será lançada, numa data a definir.
Participa também do jogo lançado em 2009, Dirt 2, onde é feita uma homenagem in-game, com vídeo mostrando cenas da carreira de Colin McRae.
  
Morte
Colin McRae morreu a 15 de setembro de 2007, quando o helicóptero em que seguia e pilotava caiu perto da sua residência, em Lanark, na Escócia. Com o campeão do WRC estavam o seu filho Johnny, de cinco anos, um amigo do seu filho (Ben Porcelli, de 6 anos) e mais um amigo de Colin (Graeme Duncan, 37 anos). Não houve sobreviventes. Investigações concluíram que Colin foi imprudente ao sobrevoar a baixa altitude o local conhecido como "Mouse Valley" onde ocorreu a queda.
  

quarta-feira, julho 17, 2019

Fangio morreu há 24 anos...

Juan Manuel Fangio (Balcarce, 24 de junho de 1911 - Buenos Aires, 17 de julho de 1995) foi um automobilista argentino. É um dos maiores nomes da historia deste desporto.
Fangio (1986)
Juan Manuel Fangio correu 51 grandes prémios, obteve 24 vitórias, 29 pole positions, 23 recordes de volta, cinco títulos mundiais (1951, 1954, 1955, 1956 e 1957) dos quais 4 foram consecutivos, e dois vice-campeonatos (1950 e 1953) em oito temporadas que disputou. Fangio correu em quatro escuderias: Alfa Romeo (1950-1951), Maserati (1953-1954), Mercedes (1954-1955), Ferrari (1956) e Maserati (1957-1958).
É o único piloto da história da Formula 1 que foi campeão em 4 equipas diferentes: Alfa Romeo, Maserati, Ferrari e Mercedes-Benz.
Fangio tinha o apelido "El Chueco" (O Manco), que recebeu em partidas amadoras de futebol, por ter as pernas arqueadas.
Juan Manuel Fangio disputou a sua primeira corrida aos dezassete anos, guiando um Ford-T, e terminou-a em último. Subiu ao pódio pela primeira vez nas Mil Milhas na Argentina em 1939.
O seu acidente mais grave aconteceu no GP da Itália, em Monza, no ano de 1952. Ao seguir para a Itália, onde disputaria a prova, fez escala em Paris, mas não pôde continuar a viagem de avião por causa do mau tempo. Fangio não hesitou: arranjou um carro e dirigiu aproximadamente 700 km até Monza. No dia seguinte, ainda cansado, bateu com o seu Maserati durante uma sessão de treinos e voou para fora do carro. Feriu-se gravemente no pescoço. Ficou 40 dias internado e cinco meses com pescoço e tronco imobilizados. Muitos chegaram a pensar que a sua carreira estaria encerrada ali. No entanto, voltou a competir no ano seguinte.
Fangio foi o primeiro piloto do mundo a mostrar que a "Era romântica da Fórmula Um" estava para fechar o ciclo. Isto aconteceu quando decidiu terminar a carreira em 1958.
Numa entrevista alguns anos depois, ele comenta o que o levou a tomar aquela decisão, já que estava no auge de sua carreira:
Cquote1.svg Eu estava em Reims (1958), a treinar para o Grande Prémio da França, quando senti que o carro estava muito instável, o que me chamou a atenção porque a grande virtude da Maserati 250F era sua estabilidade. Então cheguei à box e perguntei ao chefe de equipa o que se passava; ele respondeu-me:- Trocamos os amortecedores! - Mas porquê?, perguntei. - Porque estes nos pagam! - Assim, naquele momento, tomei a decisão de terminar a carreira. E não me arrependi disso! Cquote2.svg
- Fangio
Os dois pilotos que lhe sucederam que ele mais admirou foram o britânico Jim Clark e o brasileiro Ayrton Senna.
Em julho de 1995, Juan Manuel Fangio morreu, vítima de insuficiência crónica renal, aos 84 anos.
A sua marca de 5 títulos só foi superada 46 anos depois, pelo alemão Michael Schumacher com a 6ª conquista em 2003.
  

quarta-feira, maio 15, 2019

Elio de Angelis morreu há 33 anos

Elio de Angelis (Roma, 26 de março de 1958 - Le Castellet, 15 de maio de 1986) foi um piloto italiano de Fórmula 1 que participou nos campeonatos entre 1979 e 1986. Ele correu pelas equipas Shadow, Lotus e Brabham. Morreu durante testes no circuito de Paul Ricard, em Le Castellet, em 1986. Algumas vezes, referiam-se a ele como o "último cavalheiro da Fórmula 1", e embora provavelmente não fosse um dos pilotos mais talentosos, certamente estava entre os mais populares da categoria.
  
(...)
  
Em 1986, De Angelis correu pela Brabham - outra equipe famosa agora em declínio - como substituto do bicampeão mundial Nelson Piquet (que havia ido para a equipe Williams, porque o homem forte da Brabham, Bernie Ecclestone, não lhe deu um aumento de salário).
A Brabham-BMW de 1986, a BT55 Skate, era um carro de design radical, com um assento extremamente baixo. Todavia, não conseguiu tirar a Brabham do seu rápido declínio, e logo se tornou claro que aquele modelo não seria o ano em que a equipa recuperaria os seus dias de glória do início dos anos 80. Não obstante, De Angelis deu o melhor de si para ajudar no desenvolvimento do carro.
Durante testes no circuito de Paul Ricard, na França, a asa traseira do BT55 soltou-se enquanto ele pilotava a alta velocidade, fazendo com que o carro perdesse pressão aerodinâmica nas rodas traseiras, capotasse sobre uma barreira e começasse a arder. O impacto não matou De Angelis, mas ele não conseguiu sair do veículo sozinho, e a ausência de bombeiros no circuito francês - ou de alguém que pudesse ter ajudado - e uma demora de 30 minutos para a chegada de um helicóptero de resgate, fez com que ele morresse asfixiado pelo fumo.Os seus únicos outros ferimentos foram uma clavícula partida e queimaduras leves nas costas.
De Angelis seria o último piloto da F-1 a morrer a pilotar antes de Roland Ratzenberger, em Ímola, oito anos mais tarde, no fatídico fim de semana em que também morreu Senna. O seu lugar na equipa Brabham foi ocupado, ironicamente, por Derek Warwick - supostamente porque o inglês foi o único piloto desempregado que não ligou imediatamente para Ecclestone, perguntando se o podia substituir.
  
Além do seu talento como piloto, De Angelis era também um pianista de nível profissional o qual, certa vez, num episódio famoso, entreteve os demais pilotos com um recital, durante a greve de pilotos nos treinos do GP da Africa do Sul de 1982.
 

quarta-feira, maio 01, 2019

Ayrton Senna partiu há 25 anos...

Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960 - Bolonha, 1 de maio de 1994) foi um piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, em1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e ainda em 1993. Morreu num acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prémio de San Marino, de 1994. É reconhecido como um dos maiores nomes do desporto brasileiro e um dos maiores pilotos da história do automobilismo.
Senna começou a sua carreira competindo no karting. Mudou-se para competições de automobilismo em 1981, sagrando-se campeão do Campeonato Britânico de Fórmula 3, 2 anos após a sua estreia. O seu bom desempenho na Fórmula 3 impulsionou a sua ascensão à Fórmula 1, fazendo a sua primeira aparição na categoria no Grande Prémio do Brasil, de 1984, pela equipe Toleman-Hart, tendo abandonado a corrida na 8ª volta. Na sua primeira temporada, Senna conseguiu pontuar em 5 corridas, fechando o ano com treze pontos e a 9ª posição na classificação geral dos pilotos. No ano seguinte, trocou a Toleman-Hart pela Lotus-Renault, equipa pela qual venceu seis Grandes Prémios ao longo de três temporadas. Em 1988, juntou-se ao francês Alain Prost (que seria o seu maior rival na sua carreira) na McLaren-Honda e viveu anos vitoriosos pela equipa. Os dois juntos venceram 15 dos 16 Grandes Prémios daquela temporada, e Senna sagrou-se campeão mundial pela primeira vez. Prost levou o campeonato de 1989, e Senna retomou o título em 1990 - ambos títulos foram decididos por colisões entre os pilotos no Grande Prêmio do Japão. Na temporada seguinte, Senna ganhou o seu terceiro título mundial, tornando-se o piloto mais jovem a conquistar um tricampeonato na Fórmula 1 - façanha que foi mantida até o final da temporada de 2012, quando Sebastian Vettel chegou ao tricampeonato, vencendo três anos consecutivos. A partir de 1992, a equipe Williams-Renault dominou amplamente a competição. Ainda assim, Ayrton Senna conseguiu terminar a temporada de 1993 como vice-campeão, vencendo cinco corridas. Negociou então uma transferência para a Williams em 1994.
A sua reputação de piloto veloz ficou marcada pelo recorde de pole positions que deteve. Sobre asfalto chuvoso, demonstrava grande capacidade e perícia, como demonstrado em atuações antológicas nos GPs de Mónaco de 1984, de Portugal, em 1985 e da Europa, em 1993. Senna ainda detém o recorde de maior número de vitórias no prestigioso Grande Prémio de Mónaco - seis - e é o terceiro piloto mais bem sucedido de todos os tempos em termos de vitórias.
Em dezembro de 2009 a revista inglesa Autosport publicou um estudo onde fez uma eleição para a escolha do melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos. A revista consultou 217 pilotos que passaram pela categoria, e Ayrton Senna venceu tal votação.
A rede de comunicação estatal britânica, BBC, elegeu o brasileiro Ayrton Senna como o melhor piloto de Fórmula 1 da história. “Provavelmente nenhum piloto da Fórmula 1 tenha se dedicado mais ao desporto e dado mais de si mesmo em sua rígida busca pelo sucesso. Ele era uma força da natureza, uma combinação incrível de muito talento e, em alguns casos, uma determinação espantosa”, aponta o texto publicado no site da BBC.
Em 2012, o SBT realizou o programa O Maior Brasileiro de Todos os Tempos para eleger a maior personalidade do país. Ayrton Senna ficou entre os 12 mais votados, sendo vencido por Chico Xavier numa das semifinais do programa.
Em 2014, foi homenageado pela escola de samba Unidos da Tijuca, que veio a ser a vencedora do carnaval carioca.
É considerado um dos maiores ídolos do desporto no Brasil, ganhando inclusive a alcunha de herói nacional por parte dos media especializados em automobilismo.

(...)
 
Ao participar na terceira corrida da temporada, o GP de San Marino, em Ímola, Senna rapidamente fez a terceira melhor volta da corrida, seguido por Michael Schumacher. Senna iniciara a que seria a sua última volta na F1; ele entrou na curva Tamburello (a mesma em que bateu Nelson Piquet com um Williams em 1987 e também onde bateu Berger com um Ferrari em 1989) e perdeu o controle do carro, devido a ter a barra de direção partida, seguindo a direito e chocando violentamente contra um muro de betão. A telemetria mostrou que Senna, ao notar o descontrole do carro, ainda conseguiu, nessa fração de segundo, reduzir a velocidade de cerca de 300 km/h para cerca de 200 km/h. Os oficiais de pista chegaram ao local do acidente e, ao perceber a gravidade, só puderam esperar pela equipa médica. Por um momento a cabeça de Senna mexeu levemente, e o mundo, que assistia pela TV, imaginou que ele estivesse bem, mas esse movimento havia sido causado por um profundo dano cerebral. Senna foi removido do seu carro pelo Professor Sid Watkins, neurocirurgião de renome mundial, pertencente aos quadros da Comissão Médica e de Segurança da Fórmula e chefe da equipa médica da corrida, e recebeu os primeiros socorros ainda na pista, ao lado do seu carro destruído, antes de ser levado de helicóptero para o Hospital Maggiore de Bolonha onde, poucas horas depois, foi declarado morto.
 

quarta-feira, novembro 07, 2018

A última vitória de Ayrton Senna foi há 25 anos

The 1993 Australian Grand Prix was a Formula One motor race held at Adelaide on 7 November 1993. It was the final round of the 1993 Formula One season.
Ayrton Senna finished his six-year spell with McLaren (before joining Williams for 1994) by taking his only pole position of the season (the only pole for the season not won by Williams drivers), and his fifth victory of the year. It was the last race that Senna won. This was the last race for cars with active suspension, which was banned from the 1994 season. Having taken his actively suspended Lotus 99T-Honda to victory in the 1987 Monaco Grand Prix, Senna was the first and the last driver to win a race driving an active suspension car.
It was the last race for four-time World Champion Alain Prost. Senna was so overcome with emotion, knowing his great rival was retiring, that he embraced Prost on top of the rostrum. (Prost's contract with Williams initially included a clause forbidding Senna from joining the team as his team-mate). Riccardo Patrese and Derek Warwick also retired from Formula One after this event, the former having competed in 256 Grands Prix (a record that stood for fifteen years until being beaten by Rubens Barrichello), and the latter signing off on a return year after two seasons' absence from the sport.
Two of the sport's more prominent sponsors withdrew from Formula One after this race. The Williams team's association with both Canon, which had started in 1984, and Camel led to the retirement of one of the sport's more iconic liveries; the famous Williams white, red, yellow and blue colour scheme being replaced by the blue and white of the Rothmans cigarette brand for 1994. Camel's withdrawal also meant the Benetton team were obliged to switch to sponsorship from Japanese cigarette brand Mild Seven for the following season. Canon would not reappear as a Formula One sponsor until the 2009 Singapore Grand Prix, in which the logos appeared on the flanks of the Brawn GP team's cars.
  

NOTAS