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sexta-feira, fevereiro 28, 2020
Cuauhtémoc, o último imperador asteca, foi executado há 495 anos
Busto de Cuauhtémoc, na Praça da Constituição, na Cidade do México
Cuauhtémoc (1502 - 28 de fevereiro de 1525), também chamado Cuauhtemotzin ou Guatimozin, foi o último governador Tlatoani Asteca de Tenochtitlán e o último imperador asteca. O seu nome significa "águia que cai" na língua Nahuatl (cuauhtli significa águia; temoc, declinante) e pode também ser interpretado como "sol se pondo".
(...)
Como todos os indivíduos recém-conquistadas, os conquistadores tentaram
convertê-lo ao cristianismo, mas só o fizeram até o dia em que lhe deram
a sentença de morte. Segundo Héctor Pérez Martínez, o seu nome católico havia
sido Hernando de Alvarado Cuauhtémoc; outras fontes citam só Hernando e Fernando.
Os convertidos recebiam os nomes dos padrinhos, e Pérez Martínez
suponhe que os padrinhos de Cuauhtémoc foram o próprio Hernán Cortés e Pedro de Alvarado.
Cuauhtémoc, assim como Tetlepanquetzal (o Tlatoani de Tacuba),
foi torturado, tendo os seus pés queimados no fogo. Mesmo assim, recusou a
revelar qualquer informação sobre os tesouros que os espanhóis
cobiçavam. Cortés levou-o na sua viagem às Honduras,
talvez porque temesse que Cuauhtémoc liderasse uma insurreição. Algumas
crónicas indígenas registam que Cuauhtémoc tentara informar outras
cidades sobre as intenções dos conquistadores, durante a viagem às Honduras, embora tivesse sido denunciado, já que estes também temiam os Astecas. O conquistador espanhol Bernal Díaz del Castillo descreveu uma versão mais elaborada da conspiração. Finalmente, Cortéz ordenou a morte de Cuauhtémoc, em 28 de fevereiro de 1525.
Na atual cidade mexicana de Ixcateopan, no estado de Guerrero, está um ossário que, supostamente, contém os restos mortais de Cuauhtémoc.
Muitos lugares do México têm o seu nome em memória de Cuauhtémoc; estes incluem a Ciudad Cuauhtémoc no Estado de Chihuahua, o Cuauhtémoc, D.F., município do Distrito Federal Mexicano, e uma avenida e uma estação de metro na Cidade do México.
É também um dos poucos nomes não-espanhóis (não-castelhanos) populares no México, dado a crianças de sexo masculino mexicanos. O mais famoso é o futebolista Cuauhtémoc Blanco.
A Marinha do México dispõe também de um navio baptizado com o seu nome. A Cervecería Cuauhtémoc é uma cervejaria mexicana bem conhecida, tanto no México como noutros países.
in Wikipédia
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Fernando Oliveira Martins
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Marcadores: astecas, Cuauhtémoc, Imperador, Império Asteca, México
sábado, fevereiro 28, 2015
Cuauhtémoc, o último imperador asteca, foi executado há 490 anos
Busto de Cuauhtémoc, na Praça da Constituição, na Cidade do México
Cuauhtémoc (1502 - 28 de fevereiro de 1525), também chamado Cuauhtemotzin ou Guatimozin, foi o último governador Tlatoani Asteca de Tenochtitlán e o último imperador asteca. O seu nome significa "águia que cai" na língua Nahuatl (cuauhtli significa águia; temoc, declinante) e pode também ser interpretado como "sol se pondo".
(...)
Como todos os indivíduos recém-conquistadas, os conquistadores tentaram
converter ao cristianismo, mas só o fizeram até o dia em que lhe deram
senteça de morte. Segundo Héctor Pérez Martínez, seu nome católico havia
sido Hernando de Alvarado Cuauhtémoc; outras fontes citam só Hernando e Fernando.
Os convertidos recibiam os nomes dos padrinhos, e Pérez Martínez
suponhe que os parinhos de Cuauhtémoc foram o próprio Hernán Cortés e Pedro de Alvarado.
Cuauhtémoc, assim como Tetlepanquetzal (o Tlatoani de Tacuba),
foi torturado, tendo os seus pés queimados no fogo. Mesmo assim, recusou a
revelar qualquer informação sobre os tesouros que os espanhóis
cobiçavam. Cortés levou-o em sua viagem a Honduras,
talvez porque temesse que Cuauhtémoc liderasse uma insurreição. Algumas
crónicas indígenas registam que Cuauhtémoc tentara informar outras
cidades sobre as intenções dos conquistadores, durante a viagem às Honduras, embora tivesse sido denunciado, já que estes também temiam os Astecas. O conquistador espanhol Bernal Díaz del Castillo descreveu uma versão mais elaborada da conspiração. Finalmente, Cortéz ordenou a morte de Cuauhtémoc, em 28 de fevereiro de 1525.
Na atual cidade mexicana de Ixcateopan, no estado de Guerrero, está um ossário que, supostamente, contém os restos mortais de Cuauhtémoc.
Muitos lugares do México têm o seu nome em memória de Cuauhtémoc; estes incluem a Ciudad Cuauhtémoc no Estado de Chihuahua, o Cuauhtémoc, D.F., município do Distrito Federal Mexicano, e uma avenida e uma estação de metro na Cidade do México.
É também um dos poucos nomes não-espanhóis (não-castelhanos) muito populares no México, dado a crianças de sexo masculino mexicanos. O mais famoso é o futebolista Cuauhtémoc Blanco.
A Marinha do México dispõe também de um navio baptizado com o seu nome. A Cervecería Cuauhtémoc é uma cervejaria mexicana bem conhecida, tanto no México como noutros países.
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Marcadores: astecas, Cuauhtémoc, Imperador, Império Asteca, México
sábado, novembro 08, 2014
Há 495 anos, Hernán Cortés encontrou-se com o Imperador dos Astecas
A armada de Cortés partiu precipitadamente do porto de Santiago de
Cuba a 18 de novembro de 1518 para reconhecer terras mexicanas. Como
tinha escassos mantimentos, teve que aprovisionar-se destes no porto de
Trinidad e em outros lugares A expedição chega à ilha de Cozumel – importante porto marítimo e religioso maia – em 27 de fevereiro de 1519 e local onde tiveram um dos primeiros contatos com os povos indígenas, e também onde encontra Gerónimo de Aguilar, padre franciscano sobrevivente de um naufrágio espanhol, que se tornou um intérprete maia-espanhol de Cortés.
A expedição continua, até chegar ao rio Tabasco, batizado como rio Grijalva, próximo à cidade de Potonchán. Lá encontraram resistência indígena, a qual suscitou a Batalha de Centla.
Após tal batalha e a vitória dos espanhóis, as autoridades de Tabasco
ofereceram presentes a Cortés como jóias, tecidos, iguarias e mulheres
indígenas. Entre estas mulheres estava La Malinche,
batizada como Marina ou Doña Marina que viria a ser uma figura
importante e controversa na conquista do México, pelo seu conhecimento
dos costumes e riquezas do Império Asteca, da língua Maia e Nahuatl, servindo como interprete e conselheira, além de amante de Hernán Cortés, com quem teve um filho, Martín Cortés.
Em abril de 1519, a expedição chegou a Vera Cruz, onde pouco depois
Hernán Cortés fundou a Villa Rica de la Vera Cruz, em Chalchicuecan,
junto ao atual porto. Em julho do mesmo ano, tomou Vera Cruz,
desvinculando-se do governador de Cuba e colocando-se diretamente sob as
ordens do rei Carlos V. Em Vera Cruz, Cortés começa a receber os
mensageiros de Montezuma. Logo Cortés percebeu que o Império Asteca possuía atritos com outros
povos mesoamericanos; começou então a elaborar estratégias e fazer
alianças com os povos rivais como os totonacas, povo com capital em
Cempoala, cidade a qual partiram para selar a aliança militar e dar
início a conquista de Tenochtitlan. Cortés também fez aliança com os
indígenas da região de Tlaxcala.
Em outubro de 1519, Cortés chega a Cholula, segunda maior cidade do México Central, depois de Tenotchtitlan e aliada do Império Asteca. Segundo as crónicas de Bernal Díaz,
uma anciã e alguns sacerdotes do templo de Cholula alertaram Hernán
Cortés sobre uma cilada, e imediatamente ele reagiu contra os indígenas
da emboscada, causando o que ficou conhecido como o massacre de Cholula.
Em 8 de novembro
de 1519, o contingente de Cortés chega a Tenochtitlan, e logo o
encontro entre Cortés e Montezuma é realizado. Montezuma acreditava que
Cortés seria o enviado de Quetzalcóatl,
deus asteca que teria finalmente voltado para vingar-se, por isso
trata-o bem e aceita o seu domínio. Dias depois da chegada dos espanhóis,
Cortés entra de novo em ação e faz de Montezuma prisioneiro. Para isso, tem como pretexto a morte de espanhóis em Vera Cruz em uma batalha entre os mexicas, dirigidos por Cuauhpopoca, supostamente a mando de Montezuma. Como prisioneiro, Montezuma declara fidelidade ao rei Carlos V.
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Fernando Oliveira Martins
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