Francisco José Galopim de Carvalho (Évora, 16 de agosto de 1924 - Lisboa, 31 de julho de 1988), mais conhecido como Francisco José, foi um cantor português.
domingo, agosto 16, 2020
Francisco José, o irmão cantor do geólogo Professor Doutor Galopim de Carvalho, nasceu há 96 anos
Francisco José Galopim de Carvalho (Évora, 16 de agosto de 1924 - Lisboa, 31 de julho de 1988), mais conhecido como Francisco José, foi um cantor português.
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sexta-feira, agosto 16, 2019
Francisco José, o irmão cantor do geólogo Professor Doutor Galopim de Carvalho, nasceu há 95 anos!
- Olhos Castanhos / Maria Severa (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Quatro Palavras / Como é Bom Gostar de Alguém (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Serenata da Saudade / O Telefone Não Tocou (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Desprendimento / Canção do Relógio (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Ana Paula / Princesa dos Meus Desejos (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Desde que Eu Fiquei Sem Ti / Olhos Tristes (78 R.P.M, 1951, Estoril)
- Deixa Falar o Mundo / És Tu (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Doido Sim mas Não Louco / Você (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Tu Somente Tu / Gosto dos Teus Olhos Negros (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Olhos Castanhos / Canção do Mar (78 R.P.M., 1961, Phillips)
- Sucessos de Portugal (LP, 33 R.P.M., 1961, Phillips)
- Francisco José e as canções que ninguém esquece (LP, 1960, Phillips)
- "Recordações de Uma Vida" (compilação póstuma, editada em 2007 pela Farol Música).
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quarta-feira, julho 31, 2019
Francisco José morreu há 31 anos
Francisco José Galopim de Carvalho (Évora, 16 de agosto de 1924 - Lisboa, 31 de julho de 1988), mais conhecido como Francisco José, foi um cantor português.
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terça-feira, julho 31, 2018
Francisco José morreu há trinta anos...
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quinta-feira, agosto 11, 2016
Galopim de Carvalho, o famoso avô dos dinossauros, faz hoje 85 anos!
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quarta-feira, dezembro 23, 2015
Sobre o ensino de Geologia - uma Carta Aberta
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sábado, agosto 16, 2014
Francisco José, o irmão cantor do geólogo Professor Doutor Galopim de Carvalho, nasceu há 90 anos!
Francisco José Galopim de Carvalho (Évora, 16 de agosto de 1924 - Lisboa, 31 de julho de 1988), mais conhecido como Francisco José, foi um cantor português.
- Olhos Castanhos / Maria Severa (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Quatro Palavras / Como é Bom Gostar de Alguém (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Serenata da Saudade / O Telefone Não Tocou (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Desprendimento / Canção do Relógio (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Ana Paula / Princesa dos Meus Desejos (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Desde que Eu Fiquei Sem Ti / Olhos Tristes (78 R.P.M, 1951, Estoril)
- Deixa Falar o Mundo / És Tu (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Doido Sim mas Não Louco / Você (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Tu Somente Tu / Gosto dos Teus Olhos Negros (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Olhos Castanhos / Canção do Mar (78 R.P.M., 1961, Phillips)
- Sucessos de Portugal (LP, 33 R.P.M., 1961, Phillips)
- Francisco José e as canções que ninguém esquece (LP, 1960, Phillips)
- "Recordações de Uma Vida" (compilação póstuma, editada em 2007 pela Farol Música).
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quinta-feira, julho 31, 2014
O cantor Francisco José morreu há 26 anos
- Olhos Castanhos / Maria Severa (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Quatro Palavras / Como é Bom Gostar de Alguém (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Serenata da Saudade / O Telefone Não Tocou (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Desprendimento / Canção do Relógio (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Ana Paula / Princesa dos Meus Desejos (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Desde que Eu Fiquei Sem Ti / Olhos Tristes (78 R.P.M, 1951, Estoril)
- Deixa Falar o Mundo / És Tu (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Doido Sim mas Não Louco / Você (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Tu Sómente Tu / Gosto dos Teus Olhos Negros (78 R.P.M., 1951, Estoril)
- Olhos Castanhos / Canção do Mar (78 R.P.M., 1961, Phillips)
- Sucessos de Portugal (LP, 33 R.P.M., 1961, Phillips)
- Francisco José e as canções que ninguém esquece (LP, 1960, Phillips)
- "Recordações de Uma Vida" (compilação póstuma, editada em 2007 pela Farol Música).
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sexta-feira, agosto 16, 2013
Francisco José nasceu há 89 anos
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quarta-feira, julho 31, 2013
Francisco José morreu há 25 anos
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domingo, dezembro 30, 2012
Sesimbra inaugurou o primeiro dos três monumentos naturais com pegadas de dinossáurios do concelho
Agradecemos ao Professor Galopim de Carvalho mais um texto que teve a amabilidade de nos enviar.
Painel informativo, à entrada da Jazida - foto de António ChagasEntre Sesimbra e o Cabo Espichel, no sítio do Zambujal e com óptimas condições de musealização, a Pedreira do Avelino, há muito desactivada, conserva o que resta de um afloramento de calcário no qual ficaram impressos vários trilhos de dinossáurios saurópodes (herbívoros, quadrúpedes), que aqui viveram no Jurássico superior, numa paisagem lagunar, sob um clima tropical, quente e húmido.
De diferentes corpulências, os animais que nos deixaram as marcas da sua existência, provavelmente um grupo de indivíduos jovens e adultos da mesma espécie, pisaram um chão lamacento (lama feita de poeira calcária como a que existe actualmente nos litorais recifais intertropicais) que, com o passar dos muitos milhões de anos se transformou no calcário compacto e coeso que aqui se nos oferece.
À deposição dos sedimentos (há cerca de 150 milhões de anos), representados pelas camadas à vista na pedreira, sucedeu-se a sedimentação de muitas outras, numa espessura que podemos estimar na ordem de dois a três mil metros, o que conduziu a um afundamento e consequente aumento da pressão e da temperatura responsáveis pela compactação e coesão da referida lama.
Muito mais tarde, no Miocénico superior, há uns 11 milhões de anos, a deriva da litosfera africana contra a ibérica, que deu origem à pequena cadeia da Arrábida (quase completamente arrasada pela erosão neste local), deformou as camadas, inicialmente horizontais, que, assim, se mostram inclinadas como a que exibe as pegadas deste admirável geomonumento.
Embora de pequena dimensão (cerca de 20 a 30 metros), esta jazida, descoberta em 1989 pelo professor Miguel Magalhães Ramalho, do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), exibe pegadas muito bem definidas e conservadas. A sua importância e a de outras duas com este tipo de icnofósseis, no concelho de Sesimbra (Pedra da Mua e Lagosteiros, no Cabo Espichel), indicou-as como geomonumentos a proteger.
Esta condição e a sua grande vulnerabilidade, levou-me, em 1993 e em nome do Museu Nacional de História Natural da Universidade de Lisboa, a solicitar à autarquia que requeresse, ao então Instituto de Conservação da Natureza, a classificação destas ocorrências como Monumentos Naturais, ao abrigo do então recém-criado Decreto-Lei n.º 19/93, de 23 de janeiro. Num processo demasiadamente burocrático e lento, que durou quatro anos, este pedido de classificação foi finalmente contemplado através do Decreto n.º 20/97, de 7 de março. Dezasseis anos depois, mercê de dificuldades decorrentes da posse do terreno, a Câmara Municipal de Sesimbra conseguiu, finalmente, colocar a jazida da Pedreira do Avelino à fruição do publico, em geral, e a pensar nos nossos alunos das escolas, em visitas de estudo.
Visitável em perfeitas condições de acesso (inclusive em autocarro) e segurança, este monumento da pré-história está explicado com o necessário rigor científico/pedagógico, dispensando a presença de um monitor. A sua musealização esteve a cargo de elementos qualificados do referido Museu da Universidade de Lisboa, do Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e da Câmara Municipal de Sesimbra.
Vista da Laje com as pegadas - foto de António Chagas
A inauguração deste Monumento Natural teve lugar no passado dia 15 de dezembro. Neste acto, muito concorrido, estiveram presentes, o Presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Arqº. Augusto Pólvora, e a Vice-Presidente, Dr.ª Felicia Costa; a Presidente da Assembleia Municipal de Sesimbra, Dr.ª Odete Graça; o Presidente da Junta de Freguesia do Castelo, Dr. Francisco Jesus; o Presidente da Direcção do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, da Universidade de Lisboa, Prof. José Pedro Sousa Dias; a Directora do Departamento de Conservação da Natureza e Florestas de Lisboa e Vale do Tejo, do ICNF, Dr.ª Maria de Jesus Fernandes; o Presidente da Direcção da Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal (ADREPES), Engº. António Pombinho e a respectiva Coordenadora, Drª Manuela Sampaio.
Parabéns à Autarquia. O empenho que esta vereação demonstrou faz-nos crer que levará igualmente a bom termo os dois restantes Monumentos Naturais com pegadas de dinossáurios (Pedra de Mua e Lagosteiros) bem como a “Gesseira de Santana” e o “Conglomerado de Porto do Concelho”, há muito referenciados como geomonumentos a preservar.
Galopim de Carvalho
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quinta-feira, agosto 16, 2012
Francisco José nasceu há 88 anos
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terça-feira, julho 31, 2012
Francisco José morreu há 24 anos
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sábado, maio 19, 2012
Na abertura do Museu do Quartzo...
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domingo, novembro 27, 2011
Apresentação do Dicionário de Geologia, do Doutor Galopim de Carvalho
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terça-feira, agosto 16, 2011
O cantor Francisco José nasceu há 87 anos
Francisco José Galopim de Carvalho (Évora, 16 de Agosto de 1924 - Lisboa, 31 de Julho de 1988), mais conhecido como Francisco José, foi um cantor português.
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domingo, julho 31, 2011
Música de Francisco José na data do aniversário da sua morte
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Francisco José morreu há 23 anos
Com uma carreira maioritariamente construída no Brasil, o cantor Francisco José deparou-se com alguns contratempos quando, em 1964, se deslocou a território português e, num programa gravado em directo, acusou a RTP de pagar miseravelmente os artistas nacionais, ao contrário do que se passava lá fora.
O caso não ficou por aí, já que Fancisco José resolveu pedir uma quantia de cinco mil escudos pela actuação que iria realizar para a RTP, mesmo estando habituado a receber cinquenta contos por programa no Brasil. A resposta foi negativa, uma vez que o limite máximo pago aos artistas portugueses era de dois mil escudos, no entanto, no seu caso, resolveram abrir uma excepção e fizeram a contraproposta de três mil escudos, caso o cantor não divulgasse a situação. Francisco José aceitou, mas no fim da actuação revelou o escândalo em directo, e a transmissão foi imediatamente cortada. Levado para a sede da PIDE, o cantor foi interrogado, e obrigado a responder em tribunal por "injúria e difamação", depois de lhe ter sido movido um processo.
Francisco José Galopim de Carvalho nasceu em Évora no dia 16 de Agosto de 1924, tendo falecido em Julho de 1988, vítima de um acidente vascular cerebral. Foi na festa de finalistas do liceu que frequentou, que se deu a sua estreia, no Teatro Garcia de Resende, com a interpretação do tema "Trovador". Passou de amador a profissional aos 24 anos, vendo-se obrigado a interromper o 3º ano do curso de Engenharia que frequentava na altura, acabando por não o terminar.
Em 1948, compareceu no Centro de Preparação de Artistas da Rádio, acompanhado por uma carta de apresentação do professor Mota Pereira, tendo cantado, no teste, as canções "Marco do Correio" e "Marina Morena.
A partida para a internacionalização aconteceu em 1951, ano em que se deslocou a Madrid para gravar "Olhos Castanhos/Se", um 78 rpm que lhe valeu 500 escudos por cada face registada, tendo regressado à cidade, no ano seguinte, desta feita para gravar três discos, "Sou Doido Por Ti", "Deixa Falar O Mundo" e "Ana Paula".
Depois de ter pisado o palco em Évora numa revista regionalista de Vasconcelos Sá, intitulada "Palhas e Moinhas", o artista repetiu a experiência em 1952, numa peça que contou com a presença de Hermínia Silva.
Dois anos depois, partiu à descoberta do Brasil, acabando por se estabelecer em Copacabana. Foi lá que construiu uma carreira sólida e de sucesso invulgar para um artista português radicado em território brasileiro. Depois de seis anos de concertos realizados para plateias de emigrantes portugueses, Francisco José registou, em 1960, na editora Sinter, a canção "Olhos Castanhos", que se tornou, no ano seguinte, na canção mais popular do panorama musical brasileiro, depois de ter vendido cerca de um milhão de cópias. Para além de regulares edições discográficas, que somaram um total de 24 álbuns, dos quais apenas seis chegaram a Portugal, do currículo de Francisco José fazem parte inúmeras passagens pela televisão, tendo apresentado um programa aos sábados no Canal 9, em horário nobre.
De passagem por Portugal, a sua relação conflituosa com a PIDE terminou com uma interdição para sair do país, pelo que esteve dezasseis anos sem cantar na televisão portuguesa. No entanto, os discos continuaram a chegar ao mercado na década de 70, e a ser recebidos pelo público com grande satisfação. "Guitarra Toca Baixinho" e "Eu e Tu" são apenas dois dos 109 títulos que compõem a sua discografia, feita de registos em 33, 45 e 78 rpm. Depois de gravado o último single, "As Crianças Não Querem A Guerra", o cantor envolveu-se na política activa mas, em meados de 80, regressou à música. A sua última actividade profissional foi desempenhada no campo do ensino, na Universidade da Terceira Idade, depois de terminar o curso de Matemática.
NOTA: este brilhante cantor era irmão do Professor Doutor Galopim de Carvalho...
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segunda-feira, maio 16, 2011
I Feira de Minerais, Gemas e Fósseis na Amadora
A Casa Roque Gameiro irá organizar a I Feira de Minerais, Gemas e Fósseis na Amadora, entre 19 a 22 de Maio de 2011.
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quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Orlando Ribeiro visto por Galopim de Carvalho
NOTA: este é o post 4.500º do Blog Geopedrados!
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Fernando Oliveira Martins
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