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domingo, novembro 26, 2017
Há nove anos, um ataque terrorista em Bombaim chocou o Mundo
Localização de alguns dos ataques
A 26 de novembro de 2008 dez atentados terroristas sincronizados atingiram a cidade indiana de Bombaim, conhecida como capital financeira e maior cidade do país; alguns destes ataques só terminaram três dias, em 29 de novembro, depois que as forças de segurança indianas conseguiram ganhar o controle de todos os locais atacados. Pelo menos 195 pessoas, incluindo vinte e dois estrangeiros, foram mortos, e cerca de 327 pessoas ficaram feridas.
Oito ataques ocorreram no sul da cidade: na estação ferroviária de Chhatrapati Shivaji Terminus (CST); dois hotéis de cinco estrelas, o Oberoi Trident, em Nariman Point, e o Taj Mahal Palace & Tower, próximo do Portão da Índia; no Leopold Café, um restaurante popular para turistas em Colaba; o Hospital Cama; na Casa Nariman, de propriedade de judeus ortodoxos; no cinema Metro Adlabs; no quartel-general da Polícia de Bombaim, onde pelo menos três oficias de alta patente, incluindo o chefe do Esquadrão Anti-Terrorismo de Maharashtra, foram mortos a tiros. Outro incidente envolveu a explosão de um táxi em Vile Parle, próximo do aeroporto, porém não ficou claro se este incidente estava ligado aos ataques no resto da cidade. Pensa-se que entre cinquenta e sessenta terroristas teriam participado dos ataques.
(imagem daqui)
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Marcadores: Al-Qaeda, atentado, atentados de 26 de novembro de 2008 em Bombaim, Bombaim, Índia, Islão, Paquistão, terrorismo
terça-feira, novembro 26, 2013
A última Rainha católica do Reino Unido nasceu em Portugal há 375 anos!
Catarina Henriqueta de Bragança (Vila Viçosa, 25 de novembro de 1638 - Lisboa, 31 de Dezembro de 1705) foi uma Infanta de Portugal, depois Princesa da Beira, e, posteriormente, Rainha Consorte de Inglaterra e Escócia, pelo seu casamento com o rei Carlos II da casa de Stuart.
Filha do rei D. João IV de Portugal, da Casa de Bragança, e da sua consorte, a rainha D. Luísa de Gusmão. Depois da morte da irmã mais velha, D. Joana, Princesa da Beira, assumiu o título de Princesa da Beira. Os seus irmãos foram os monarcas D. Afonso VI e D. Pedro II de Portugal.
Brasão da Rainha Catarina de Bragança, consorte do Rei Carlos II de Inglaterra
(...)
Catarina não foi uma rainha popular na Inglaterra por ser católica, o
que a impediu de ser coroada. Sem posteridade, deixou pelo menos à
Inglaterra a geleia de laranja, o hábito de beber chá, além de lá ter
introduzido o uso dos talheres e do tabaco. A sua responsabilidade pela
introdução do chá é disputada já que já no ano de 1657, Thomas Garraway o
vendia na sua loja de café em Londres na Exchange Alley. Isto aconteceu
num período em que a East India Company o estava a vender abaixo
dos preços dos Holandeses e o anunciava como uma panaceia para a
apoplexia, catarro, cólica, tuberculose, tonturas, epilepsia, pedra,
letargia, enxaquecas, parálise e vertigem. O hábito de beber chá já
existiria, Catarina apenas o transformou na "instituição" que hoje
conhecemos por five o'clock tea.
Em Londres, estavam reservados grandes desgostos à rainha porque D.
Catarina reconheceu em seu marido carácter muito diferente do que lhe
afirmaram. Julgava-o um homem sério e virtuoso, mas era, ao contrário,
libidinoso. Em solteiro se entregara sempre a uma vida de libertinagem
dissoluta, continuou da mesma forma, casado, sem se coibir, dando
nenhuma importância à mulher, chegando ao ponto de nomear para dama da
rainha sua amante, miss Palmer, que depois elevou a Duquesa de Cleveland.
O procedimento deu origem a graves discórdias, de que resultou o rei
nunca mais procurar sua mulher nem sequer a cumprimentar quando se
encontravam. D. Catarina, fazendo esforço, pretendeu ainda chamá-lo a
si, tratando benevolamente a favorita, mas nem assim lhe mereceu
consideração. Na Biblioteca da Ajuda, nas colecções dos manuscritos, há
sua correspondência com seu irmão D. Afonso VI de Portugal e sua mãe Luísa de Gusmão.
O seu dote trouxe a cidade de Bombaim e de Tânger para o domínio britânico, pois Portugal, em busca de apoios contra Filipe IV de Espanha, na Guerra da Restauração, a isso se comprometera pelo tratado de paz e aliança assinado em 3 de junho de 1661: obrigava-se o país a pagar dois milhões de cruzados pelo dote da infanta, e transferia para a Inglaterra a posse de Tânger, e do porto e ilha de Bombaim. Além disso, os mercadores ingleses podiam habitar quaisquer praças do reino e gozavam de idênticos privilégios no Rio de Janeiro, na Bahia e em Pernambuco.
No caso de os Portugueses recuperarem dos Holandeses a ilha do Ceilão,
obrigavam-se a repartir com os Ingleses o trato da canela. Todavia, sua
popularidade nos Estados Unidos era bastante elevada. Acarinhada pela população local, em sua homenagem foi dado o nome de Queens a um dos cinco bairros da cidade de Nova York.
Catarina nunca deu à luz um herdeiro, apesar de ter estado grávida por várias vezes, a última das quais em 1669. A sua posição era difícil, já que Carlos continuava a ter filhos das suas
amantes, mas insistia em que ela fosse tratada com respeito e recusou
divorciar-se. Chegou mesmo a ser acusada de maquinar a morte do marido
por sugestão do pontífice e outros príncipes católicos. Como o seu irmão,
já Regente e depois Pedro II de Portugal, mandou como embaixador extraordinário Henrique de Sousa Tavares, marquês de Arronches,
fez com que fossem castigados os acusadores, o rei tornou a ter amor e
carinho por ela e morreu, ao que se diz, como verdadeiro católico.
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Fernando Oliveira Martins
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Há cinco anos, um ataque terrorista em Bombaim chocou o Mundo
Localização de alguns dos ataques
A 26 de novembro de 2008 dez atentados terroristas sincronizados atingiram a cidade indiana de Bombaim, conhecida como capital financeira e maior cidade do país; alguns destes ataques só terminaram três dias, em 29 de novembro, depois que as forças de segurança indianas conseguiram ganhar o controle de todos os locais atacados. Pelo menos 195 pessoas, incluindo vinte e dois estrangeiros, foram mortos, e cerca de 327 pessoas ficaram feridas.
Oito ataques ocorreram no sul da cidade: na estação ferroviária de Chhatrapati Shivaji Terminus (CST); dois hotéis de cinco estrelas, o Oberoi Trident, em Nariman Point, e o Taj Mahal Palace & Tower, próximo do Portão da Índia; no Leopold Café, um restaurante popular para turistas em Colaba; o Hospital Cama; na Casa Nariman, de propriedade de judeus ortodoxos; no cinema Metro Adlabs; no quartel-general da Polícia de Bombaim, onde pelo menos três oficias de alta patente, incluindo o chefe do Esquadrão Anti-Terrorismo de Maharashtra, foram mortos a tiros. O décimo incidente envolveu a explosão de um táxi em Vile Parle, próximo do aeroporto, porém ainda não é claro se este incidente foi ligado aos ataques do resto da cidade. Entre cinquenta e sessenta terroristas teriam participado dos ataques.
Devido ao facto dos alvos aparentes terem sido cidadãos britânicos e americanos, e pelo padrão de ataques simultâneos e coordenados, acredita-se que terroristas islâmicos possam ter sido os responsáveis. Uma organização até então desconhecida, que se identificou como os 'Mujahidin do Decão', alegou a sua autoria, através de um e-mail enviado a diversas organizações jornalísticas. Algumas reportagens têm atribuído estes ataques ao Lashkar-e-Taiba, um grupo militante islâmico que opera a partir do Paquistão. De acordo com algumas versões um dos terroristas que manteve reféns no hotel Oberoi teriam afirmado o desejo de que todos os mujahidin em prisões indianas deveriam ser soltos em troca dos reféns; o número de terroristas ainda armados dentro do edifício seria de pelo menos sete. Outras reportagens indicaram que esta exigência teria sido feita através de um dos reféns na Casa Chabad de Bombaim, numa ligação para o consulado israelita em Nova Delhi. Alguns especialistas já expressaram visões conflituantes sobre uma possível autoria da Al-Qaeda nestes atentados.
Depois de dois dias de tiroteios e explosões, o ataque aparentemente havia cessado na manhã do dia 28 de novembro; incêndios estavam sendo apagados e soldados carregavam reféns e feridos para a segurança, além dos cadáveres dos que não haviam sobrevivido ao confronto.
A Casa Nariman e o Oberoi Trident eventualmente foram libertados foram forças especiais indianas. Cinco reféns teriam sido mortos no centro judaico. A situação no hotel Hotel Taj Mahal também seria considerada encerrada, apesar dos incêndios que ainda tomam conta de partes do edifício; a ação da Guarda Nacional de Segurança teria resultado na morte de mais dois terroristas.
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Fernando Oliveira Martins
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