sexta-feira, julho 31, 2015

O Infante D. Afonso, o último (e improvável...) Príncipe Real de Portugal na Monarquia, nasceu há 150 anos

Afonso de Bragança, conhecido como o Infante D. Afonso, de seu nome completo Afonso Henrique Maria Luís Pedro de Alcântara Carlos Humberto Amadeu Fernando António Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis João Augusto Júlio Valfando Inácio de Saxe-Coburgo-Gotha e Bragança (Ajuda, Lisboa, 31 de julho de 1865 - Nápoles, 21 de fevereiro de 1920) foi o 3.º Duque do Porto, 24.º Condestável de Portugal e o 109.º governador e 51.º e último vice-rei da Índia Portuguesa.
Segundo filho do Rei Luís I e da Rainha Maria Pia de Saboia, princesa da Sardenha, e irmão mais novo do rei Carlos I, Afonso desempenhou as funções de condestável do reino, tendo sido nomeado vice-rei da Índia em 1895, por ocasião de uma expedição a essas colónias. Representou algumas vezes o irmão em cortes estrangeiras. Foi general de divisão do exército português e inspector-geral da arma de artilharia. Era ainda comandante honorário dos Bombeiros Voluntários da Ajuda.
Jurado pelas Cortes herdeiro presuntivo da coroa portuguesa, durante o curto reinado de Manuel II, seu sobrinho, após a implantação da República em 1910, Afonso exilou-se com a mãe, a rainha Maria Pia, em Itália, onde residiu na cidade de Nápoles. Não teve filhos do seu casamento morganático, celebrado em Madrid, em 1917, com Nevada Stoody Hayes, cidadã americana.
Reza a crónica anedótica que era conhecido como «O Arreda». Amante de carros e de velocidade, corria pelas ruas da cidade no seu automóvel aos gritos «Arreda, arreda!» para que as pessoas saíssem da frente, o que lhe valeu o cognome. Foi responsável pela organização das primeiras corridas de carros em Portugal.
Falecido em 1920, foi trasladado em 1921 para o Panteão da Dinastia de Bragança, no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa.

Brasão de armas de Príncipe Real de Portugal

Francisco José deixou-nos há 27 anos...

(imagem daqui)

Francisco José Galopim de Carvalho (Évora, 16 de agosto de 1924 - Lisboa, 31 de julho de 1988), mais conhecido como Francisco José, foi um cantor português.

Biografia
Iniciou sua carreira no liceu no qual estudava quando se apresentou no Teatro Garcia de Resende e se profissionalizou aos 24 anos de idade, sendo obrigado a interromper o curso de engenharia quando estava no terceiro ano.
Teve seus maiores sucessos na balada romântica Olhos Castanhos, lançada em 1951, e Guitarra Toca Baixinho, em 1973.
Quando começou a cantar, já finalista do curso, foi inscrito num programa da rádio que existia na altura, de Igrejas Caeiro, por colegas de curso.
Foi professor universitário, cargo que tinha na altura da sua morte. Era irmão do famoso geólogo, o Professor Doutor Galopim de Carvalho, conhecido pela atuação em defesa dos vestígios (icnofósseis) de Dinossáurios.


El-Rei D. João V morreu há 265 anos

D. João V em 1729, por Jean Ranc

D. João V de Portugal (João Francisco António José Bento Bernardo de Bragança; 22 de outubro de 1689 - 31 de julho de 1750), dito o Magnânimo, foi o vigésimo-quarto Rei de Portugal desde 1 de janeiro de 1707 até à sua morte.
O seu longo reinado, de 43 anos, foi o mais rico da História de Portugal, profundamente marcado pela descoberta de ouro no Brasil no final do século XVII, cuja produção atingiu o auge precisamente na última década do seu reinado.

(...)

Os principais testemunhos materiais do seu tempo são hoje, o Palácio Nacional de Mafra, a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra, o Aqueduto das Águas Livres em Lisboa, e a principal parte da colecção do Museu Nacional dos Coches, talvez a mais importante a nível mundial, também na capital portuguesa. No campo imaterial, merece destaque a extinta Academia Real da História Portuguesa, precursora da actual Academia Portuguesa da História, e ainda a criação do Patriarcado de Lisboa, um dos três patriarcados do Ocidente da Igreja Católica.
O último feito diplomático do reinado de D. João V, o Tratado de Madrid de 1750, estabeleceu as fronteiras modernas do Brasil. Vestígios do seu tempo no Brasil são cidades como Ouro Preto, então a capital do distrito do ouro das Minas Gerais, São João del-Rei, assim nomeada em sua honra, Mariana, que recebeu o nome da rainha, São José, a que foi dada o nome do príncipe herdeiro (hoje Tiradentes), e numerosas outras cidades, igrejas e conventos da era colonial.

Bandeira pessoal de El-Rei D. João V

É amanhã...!



quinta-feira, julho 30, 2015

Nicolau Breyner - 75 anos!

(imagem daqui)

João Nicolau de Melo Breyner Moreira Lopes (Serpa, 30 de julho de 1940) é um actor português.

Depois da infância em Serpa, veio para Lisboa com a família, tendo frequentado o Liceu Camões e a Faculdade de Direito. Depressa desistiu de Direito, acabando por se diplomar em Teatro, no Conservatório Nacional. Estreou-se como actor na peça Leonor Telles, de Marcelino Mesquita, no Teatro da Trindade. Pouco depois popularizava-se na comédia, tanto no teatro de revista como na televisão, demonstrado em programas como Nicolau no País das Maravilhas, Eu Show Nico ou Euronico. Recentemente interpretou Esta Noite Choveu Prata, de Pedro Bloch, produzido por Sérgio de Azevedo.
Foi actor e co-autor da primeira novela portuguesa, Vila Faia. Participou ainda em variadas sitcoms: Gente Fina é Outra Coisa; Nico D'Obra; Reformado e Mal Pago; Santos da Casa; Aqui não Há Quem Viva; inúmeras séries (O Espelho dos Acácios; Verão Quente; Conde D' Abranhos; A Ferreirinha; João Semana; Quando os Lobos Uivam e Pedro e Inês) e novelas (entre outras: Fúria de Viver e Vingança). Em 2008 mudou-se para a TVI e desde então realizou inúmeros trabalhos, entre Casos da Vida, Flor do Mar, a série histórica Equador e mais recentemente Morangos com Açúcar. Trabalhou também como realizador de várias séries e produtor de televisão, tendo sido o fundador da NBP Produções.
Recebeu ao longo da sua carreira cinematográfica, três Globos de Ouro, tendo sido considerado Melhor Actor com Kiss Me (2004), O Milagre Segundo Salomé (2004) e Os Imortais (2003).


quarta-feira, julho 29, 2015

Vincent van Gogh morreu há 125 anos...

Vincent Willem van Gogh (Zundert, 30 de março de 1853 - Auvers-sur-Oise, 29 de julho de 1890) foi um pintor pós-impressionista neerlandês, considerado por muitos um dos maiores de todos os tempos.
A sua vida foi marcada por fracassos. Ele falhou em todos os aspectos importantes para o seu mundo, na sua época: foi incapaz de constituir família, custear a própria subsistência ou até mesmo manter contactos sociais. Aos 37 anos, sucumbiu a uma doença mental, cometendo suicídio.
A sua fama póstuma cresceu especialmente após a exibição das suas telas em Paris, a 17 de março de 1901.
Van Gogh é considerado um dos pioneiros na ligação das tendências impressionistas com as aspirações modernistas, sendo a sua influência reconhecida em variadas frentes da arte do século XIX, como por exemplo o expressionismo, o fauvismo e o abstracionismo.
O Museu Van Gogh, em Amesterdão, é dedicado aos seus trabalhos e aos dos seus contemporâneos.


terça-feira, julho 28, 2015

Daniela Mercury - 50 anos!

Daniela Mercury, nome artístico de Daniela Mercuri de Almeida (Salvador, 28 de julho de 1965), é uma cantora, compositora, dançarina, produtora, atriz e apresentadora de televisão brasileira. Vencedora de um Grammy Latino, pelo seu álbum Balé Mulato, recebeu também seis Prémios TIM de Música, um prémio pela APCA, três prémios Multishow e dois prémios pelo VMB, de melhor videoclipe e fotografia.
Daniela é uma das maiores cantoras e mais famosas de axé music. Desde de 1991 até hoje, Daniela lançou diversos álbuns e singles (sendo 14 em primeiro lugar e 24 Top 10), vendendo mais de 20 milhões de discos em todo o mundo. Entre os seus maiores sucessos, encontram-se "O Canto da Cidade", "Rapunzel", "Maimbê Dandá", "À Primeira Vista", "Swing da Cor", "Mutante", "Nobre Vagabundo" e "Ilê! Pérola Negra (O Canto do Negro)" , ''Musica de Rua'' , ''Feijão de Corda'' , Você Não Entende Nada'' , ''Só pra te Mostrar'' , ''Olha o Gandhi ai'' , ''Levada Brasileira'' , ''Oya Por Nós'' , ''Meu Plano'' e ''A Rainha do Axé'' . Ela gravou um DVD comemorativo de 25 anos do Cirque du Soleil e fez parte do Festival de Jazz de Montreal. Além disso, Mercury foi convidada para participar do DVD de Alejandro Sanz, e cantar com Paul McCartney, em Oslo, na Noruega, durante a entrega do Prémio Nobel da Paz.
Em 2009 a cantora lançou o seu Álbum denominado Canibália e, em conjunto com o álbum, Daniela lançou uma turnê internacional, que até hoje, totaliza mais de 23 apresentações. O álbum gerou três singles, até agora, "Preta", com Seu Jorge, "Oyá Por Nós", com Margareth Menezes e "Sol do Sul". Neste mesmo ano, Camille Paglia, escritora e uma das mais importantes intelectuais na área cultural, e que nutria uma "paixão" intelectual por Madonna, declarou que Daniela Mercury é a artista que Madonna gostaria de ser.
Em 2010 o trio-elétrico de Daniela comemorou 60 anos e, a artista, 20 anos de carreira. Em entrevista Daniela declarou que produzirá um filme sobre a história do Axé, projeto que ainda não tem diretor definido. Para o Carnaval de 2010, Daniela, ao lado de Marcelo Quintanilha, compôs "Andarilho Encantado", single cantando pela primeira vez no "Pôr do Som", show realizado no Farol da Barra, em Salvador.
Em 2011 o canal de TV americano, CBS, elegeu Daniela Mercury como a “Carmem Miranda dos novos tempos”. O álbum Canibália, quando foi lançado nos Estados Unidos, rendeu-lhe uma crítica do jornal The New York Times que diz: “Daniela Mercury ultrapassa os conceitos que foram exaltados durante a sua carreira (…) com um pop contemporâneo, abraçando a pluralidade étnica e cultural do Brasil (particularmente a cultura afro-brasileira, embora Daniela Mercury seja branca), lembrando o passado e transformando-o."


Jim Davis, o criador de Garfield, faz 70 anos!

Jim Davis, pseudónimo de James Robert Davis (28 de julho de 1945), é um cartunista dos Estados Unidos, criador de Garfield, entre outros.
Jim Davis nasceu a 28 de julho de 1945 em Marion, Indiana, e foi criado numa pequena quinta de gado bovino da raça Black Angus pelos seus pais, James e Betty Davis, na companhia de seu irmão mais novo, Dave (Doc). Como em quase todas as quinta, na área junto ao curral, havia muitos gatos; chegou a ter uns 25 de uma vez só, segundo estimativas de Jim.
Jim acha que talvez tivesse se dedicado à vida da quinta, não fossem os sérios ataques de asma que sofria quando criança. Forçado a ficar dentro de casa, longe das tarefas rotineiras de uma quinta, passava as horas a desenhar. Os seus desenhos eram tão maus que tinha que legendá-los. Com a prática, foi melhorando e logo descobriu que os quadradinhos, quando acompanhados de palavras, eram mais engraçados. Nos últimos anos do primeiro grau, a asma foi controlada, fazendo com que Jim pudesse entrar na equipa de futebol do colégio. Mais tarde, frequentou a Universidade de Ball State em Muncie, Indiana, onde se formou em Artes e Administração.
Depois de concluído o curso, Jim permaneceu dois anos a trabalhar para uma agência local de publicidade, antes de se tornar o assistente do criador de TUMBLEWEEDS, Tom Ryan. Jim aprendeu a técnica e a disciplina necessárias para tornar-se um cartunista e começou a desenhar a sua própria tira cómica, GNORM GNAT. Quando tentou vender a tira para uma empresa de sindicalização nacional de tiras cómicas, comentaram: "Tem bastante graça, mas... insetos? Quem se pode  identificar com um inseto?" Após 5 anos desenhando Gnorm, Jim desenhou um pé gigante que caiu do céu e esmagou Gnorm em sua última aparição.
Jim examinou as páginas de tiras cómicas dos jornais mais detalhadamente e percebeu que havia muitas tiras de sucesso com cães, mas não havia gatos! Jim combinou o seu humor único com as suas memórias dos gatos da quinta, mais a sua habilidade artística em atividade desde criança e criou Garfield – um gato gordo, preguiçoso, adorador de lasanha e cínico. Jim diz que Garfield é uma mistura de todos os gatos que se lembrou desde a infância, todos enrolados em uma bola de pêlos cor de laranja. Garfield herdou este nome do avô mal-humorado de Jim – James Garfield Davis.
A tira foi lançada em 19 de junho de 1978 em 41 jornais. Hoje Garfield é lido em 2.570 jornais por 263.000.000 de leitores em todo o mundo.
Jim Davis obteve grande sucesso desde o lançamento de Garfield, incluindo quatro prémios Emmy (o maior prémio da TV Americana) – como Melhor Programa de Animação - e a inclusão do seu nome no "Licensing Hall of Fame" em 1998. Mas os prémios que ele mais aprecia são os recebidos dos seus colegas da Sociedade Nacional de Cartunistas: Melhor Tira Cómica Humorística (1981 e 1985), o Prémio Elzie Segar (1990) e o prestigiado Prémio Reuben (1990) pela Excelência como Cartunista.




Johann Sebastian Bach morreu há 265 anos

Nascido numa família de longa tradição musical, cedo mostrou possuir talento e logo se tornou um músico completo. Estudante incansável, adquiriu um vasto conhecimento da música europeia da sua época e das gerações anteriores. Desempenhou vários cargos em cortes e igrejas alemãs, mas as suas funções mais destacadas foram a de Kantor da Igreja de São Tomás e Diretor Musical da cidade de Leipzig, onde desenvolveu a parte final e mais importante da sua carreira. Absorvendo inicialmente o grande reportório de música contrapontística germânica como base de seu estilo, recebeu mais tarde a influência italiana e francesa, através das quais sua obra se enriqueceu e transformou, realizando uma síntese original de uma multiplicidade de tendências. Praticou quase todos os géneros musicais conhecidos em seu tempo, com a notável excepção da ópera, embora as suas cantatas mais maduras revelem bastante influência deste género artístico teatral que foi uma das formas musicais mais populares do período Barroco.
A sua habilidade no órgão e cravo foi amplamente reconhecida enquanto viveu e tornou-se lendária, sendo considerado o maior virtuoso da sua geração e um especialista na construção de órgãos. Também tinha grandes qualidades como maestro, cantor, professor e violinista, mas como compositor o seu mérito só recebeu aprovação limitada e nunca foi exatamente popular, ainda que vários críticos que o conheceram o louvassem como grande músico. A maior parte da sua música caiu no esquecimento após a sua morte, mas a sua recuperação iniciou-se no século XIX e, desde então, o seu prestígio não cessou de crescer. Numa visão contemporânea Bach é tido como o maior nome da música barroca, e muitos o vêem como o maior compositor de todos os tempos, deixando muitas obras que constituem a consumação de seu género. Entre as suas peças mais conhecidas e importantes estão os Concertos de Brandenburgo, o Cravo Bem-Temperado, as Sonatas e Partitas para violino solo, a Missa em Si Menor, a Tocata e Fuga em Ré Menor, a Paixão segundo São Mateus, a Oferenda Musical, a Arte da Fuga e várias das suas cantatas.


quinta-feira, julho 23, 2015

Slash - 50 anos!

Saul Hudson (Londres, 23 de julho de 1965), conhecido pelo seu nome artístico Slash, é um guitarrista britânico-americano mundialmente famoso como membro original da banda de hard rock Guns N' Roses, com quem alcançou sucesso mundial no final da década de 1980 e início dos anos 90. Em sua carreira posterior, Slash integrou algumas outras bandas de diversos estilos, bem sucedidas em sua maioria, e em 2010 iniciou uma carreira solo lançando dois discos e estando atualmente na sua segunda turnê mundial.
Slash completou a formação clássica dos Guns N' Roses em 1986 e, no ano seguinte, o grupo lançou o seu primeiro disco, Appetite for Destruction, que não teve nenhum grande impacto inicial, mas acabou ganhando grande popularidade com o tempo, transformando-se em um sucesso de vendas e consolidando a carreira do grupo. Em 1991, o conjunto lança seu novo disco dividido em duas partes, Use Your Illusion I e Use Your Illusion II, e apesar dos álbuns terem atingido grande sucesso, o relacionamento de Slash com o vocalista, Axl Rose, deteriorou-se com o passar dos anos e o guitarrista deixou o grupo em 1996. Nos anos seguintes, Slash trabalhou com seu projeto independente, Slash's Snakepit, mas os problemas com drogas do músico e a péssima conduta dos demais integrantes levaram ao fim do grupo em 2001. Slash formou uma nova banda em 2004, Velvet Revolver, e apesar do sucesso alcançado, a saída do vocalista Scott Weiland encerrou a carreira do grupo. Em 2010, Slash assinou contrato para um carreira sob seu próprio nome e lançou o seu primeiro disco, Slash, produzido ao lado de vários músicos, e acompanhado por uma banda de apoio o guitarrista realizou uma turnê mundial entre 2010 e 2011. Em 2012, o músico lançou seu novo disco, Apocalyptic Love, e iniciou uma nova turnê ao redor do mundo, turnê essa que foi muito bem recebida e aclamada pelo público. Recentemente Slash anunciou que está produzindo seu 3º álbum solo.
Slash tem recebido elogios da crítica como um guitarrista desde o início de sua carreira, recebendo diversos prémios e homenagens até hoje. A revista Time nomeou-o vice-campeão em sua lista de "Os 10 Melhores Guitarristas ​​em 2009, enquanto a Rolling Stone o colocou em sexagésimo quinto lugar em sua lista de "Os 100 Maiores Guitarristas de Todos os Tempos" em 2011. Também, a Guitar World classificou seu solo em "November Rain" em sexto lugar na sua lista de "Os 100 Melhores Riffs de Guitarra" em 2008, e a Total Guitar colocou seu riff de "Sweet Child o' Mine" em primeiro lugar na sua lista de "100 Maiores Riffs" em 2004. Em julho de 2012, Slash recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles, onde o músico cresceu.


domingo, julho 19, 2015

Plutão - admirável mundo novo...

O planeta-anão, uma gigantesca surpresa

As altas montanhas descobertas pela New Horizons em Plutão

A superfície de Caronte, companheiro de Plutão, fotografada em alta resolução

Annette Tombaugh, filha do descobridor de Plutão, durante a conferência de imprensa de quarta-feira à noite

As primeiras imagens de Plutão e Caronte em alta resolução, feitas pela New Horizons, revelam topografias totalmente inesperadas.

Montanhas com cerca de 3.500 metros de altura em Plutão; falésias, vales e um desfiladeiro com sete a nove quilómetros de profundidade no seu companheiro Caronte. Estas foram algumas das inesperadas estruturas de superfície que os cientistas da missão New Horizons da NASA descobriram literalmente esta quarta-feira, com base nas primeiras imagens em alta resolução enviadas pela sonda da agência espacial norte-americana após a sua passagem, na terça-feira, muito perto da superfície de Plutão.

“Temos grandes notícias”, disse Alan Stern, investigador principal da equipa da sonda, logo no início da conferência de imprensa transmitida em directo via Web, na quarta-feira, a partir das 20h (hora de Lisboa) desde o centro de controlo da missão, na Universidade Johns Hopkins (EUA).

Primeira grande surpresa: a topografia de Caronte. “Pensávamos encontrar um terreno antigo, coberto de crateras”, anunciou Cathy Olkin, co-responsável da missão, “mas o que vimos é absolutamente espantoso”. Na realidade, há muito poucas crateras em Caronte. “Isso sugere uma actividade geológica muito recente”, acrescentou, com as crateras a serem “apagadas” por ressurgimentos de material.

Quanto a Plutão, a surpresa foi ainda maior: revelou ter uma cadeia de jovens montanhas muito altas, para além de uma igualmente notável ausência de crateras. “Fizemos zoom sobre uma área quadrada de Plutão com cerca de 240 quilómetros de lado e não vemos nem uma única cratera, nem uma marca de impacto”, disse Will Grundy, outro elemento da equipa. “Só posso dizer: ‘uau’!”

Para os cientistas, isso significa que a superfície de Plutão é muito nova, talvez com menos de 100 milhões de anos de idade – ou seja, contemporânea dos dinossauros na Terra. O que implicaria que estes dois astros são meras crianças em relação aos 4500 milhões de anos que tem o nosso sistema solar.

Uma coisa que os investigadores terão agora de perceber é como é possível existir actividade geológica (talvez ainda hoje) em corpos gelados tão pequenos que não têm, ao seu lado, um planeta maciço cuja atracção gravitacional lhes possa fornecer, através do chamado “efeito de maré”, a energia necessária para essa actividade ter lugar.

“Foi esta manhã que descobrimos que o efeito de maré não é necessário para alimentar a actividade geológica em corpos gelados, isolados e tão pequenos como estes”, salientou Will Grundy, desencadeando uma salva de palmas no auditório da Johns Hopkins, onde decorria o evento.

“Os geofísicos vão ter muito trabalho para perceber os processos em causa”, rematou Alan Stern.

As montanhas de Plutão sugerem também que os gelos de azoto e de metano à superfície do planeta-anão formam apenas uma crosta, um “verniz”, uma fina cobertura. “Tem de haver gelo de água por baixo para ser possível gerar montanhas desta dimensão”, disse ainda Will Grundy. Só o gelo de água, que à temperatura de Plutão se comporta como uma rocha, seria suficientemente forte para sustentar essas estruturas.

Uma longa espera
Voltando um pouco atrás no tempo, foi após quase um dia de silêncio, em que fora programada para se dedicar exclusivamente a recolher dados e imagens, que a New Horizons “telefonou para casa”, exactamente à hora prevista: pouco antes das duas da manhã de quarta-feira (hora de Lisboa).

Às 01.54 foi recebido o primeiro sinal, captado por uma antena da NASA na Austrália e retransmitido para os EUA via uma outra antena, em Espanha: a sonda disse “olá”, confirmando que a linha de comunicação funcionava. Seguiu-se, pouco depois e durante vários minutos, uma rajada de sinais que significavam que o sistema de transferência de dados da sonda para a Terra estava operacional – e ainda, que as temperaturas a bordo estavam “todas no verde”.

Alice Bowman, responsável operacional da missão (mission operations manager, ou “mom” para os seus colegas) confirmaria a seguir, um a um – e, de cada vez, acolhida por aplausos –, o bom estado de saúde dos instrumentos de bordo e ainda que, na memória da sonda, “a quantidade expectável de segmentos tinha sido preenchida”. Isso significa que a totalidade das informações previstas terá sido efectivamente colhida e armazenada pela sonda durante a sua passagem a apenas 12.500 quilómetros de Plutão, à velocidade de 49.600 quilómetros por hora.

“Temos uma nave espacial de boa saúde, que registou os dados como previsto e que segue agora para lá de Plutão”, diria para concluir Alice Bowman. “We did it!” Houve abraços e beijos dentro da sala de operações da missão enquanto o público que enchia o já referido grande auditório ovacionava em pé a equipa da New Horizons.

A tensa espera tinha sido tanto mais longa que, como a sonda se encontrava naquela altura a cerca de 5000 milhões de quilómetros de nós, as suas primeiras mensagens demoraram, viajando à velocidade da luz, quase quatro horas e meia a chegar ao solo terrestre.

Presente na sala de controlo a aguardar o histórico telefonema estava também a filha de Clyde Tombaugh (1906-1997), o astrónomo norte-americano que descobriu Plutão em 1930 e cujas cinzas seguem a bordo da New Horizons, em guisa de homenagem. Referindo-se à já célebre estrutura em forma de coração que a sonda revelou existir à superfície de Plutão, Annette Tombaugh, citada pela BBC News, disse que o seu pai teria certamente gostado da ideia de que o seu planeta tem um coração.

Mas não é apenas esta estrutura que os cientistas têm descoberto nos últimos dias – e que tornam tanto Plutão como Caronte muito diferentes do que se esperava.

Já na terça-feira, depois da apresentação da imagem de Plutão fotografado pela New Horizons no dia anterior (antes de a sonda se calar para trabalhar), os cientistas tinham divulgado uma outra fotografia, com os dois corpos em cores falsas e onde era possível ver a complexidade topográfica das suas superfícies.

Os dados de cor ajudam aos cientistas a perceber a composição molecular do gelo de superfície, bem como a idade de estruturas geológicas. “Estas imagens mostram que Plutão e Caronte são mundos realmente complexos”, dissera Will Grundy, em comunicado da NASA.


Brian May - 68 anos

Brian Harold May (Londres, Inglaterra, 19 de julho de 1947) é um músico inglês e também astrofísico, mais conhecido por ser o guitarrista, compositor, fundador e, ocasionalmente, vocalista, da banda britânica de rock Queen. Também construiu uma guitarra, conhecida como Red Special. Algumas de suas composições para o grupo mais famosas são "We Will Rock You", "Tie Your Mother Down", "The Show Must Go On", "I Want It All" e "Who Wants to Live Forever".
Em dezembro de 2005 Brian foi homenageado com um CBE Commander, da Ordem do Império Britânico, por Sua Majestade a Rainha, em reconhecimento dos seus serviços para a música e obras de caridade. Após isso, concluiu o seu doutoramento em Astrofísica no Imperial College em 2007 e e foi chanceler da Liverpool John Moores University entre 2008 e 2013. É também defensor ativo dos direitos dos animais.
Em 2005 um inquérito da revista Planet Rock elegeu Brian como o sétimo melhor guitarrista de todos os tempos. Também foi considerado o 26º melhor guitarrista de todos os tempos, segundo a revista norte-americana Rolling Stone, enquanto a Guitar World, através dos seus leitores, pô-lo no segundo lugar em 2012.


Aristides de Sousa Mendes nasceu há 130 anos

Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches (Carregal do Sal, Cabanas de Viriato, 19 de julho de 1885 - Lisboa, 3 de abril de 1954) foi um cônsul Português.
Cônsul de Portugal em Bordéus no ano da invasão da França pela Alemanha nazi na Segunda Guerra Mundial, Sousa Mendes desafiou ordens expressas do ditador António de Oliveira Salazar,  que acumulava com o cargo de primeiro ministro a função de ministro dos Negócios Estrangeiros, e durante cinco dias concedeu milhares vistos de entrada em Portugal a refugiados de várias nacionalidades que desejavam fugir da França em 1940.
Por muitos considerado um herói, Aristides de Sousa Mendes terá salvado dezenas de milhares de pessoas do Holocausto. Apelidado de "o Schindler português", Sousa Mendes também teve a sua lista e salvou a vida de milhares de pessoas, das quais cerca de 10 mil judeus. Mas segundo, Avraham Milgram historiador da Yad Vashem num estudo publicado em 1999 pelo Shoah Resource Center, International School for Holocaust Studies, a diferença entre o mito dos 30 mil vistos e a realidade é grande.
 

A Mãe da Ínclita Geração morreu há 6 séculos...

Filipa de Lencastre (Leicester, 1359 - Lisboa, 19 de julho de 1415) foi uma princesa inglesa da Casa de Lencastres, filha de João de Gant, 1.º Duque de Lencastre, pela sua mulher Branca de Lencastre.

Tornou-se rainha consorte de Portugal através do casamento com o rei D. João I, celebrado em 1387 na cidade do Porto. Este casamento foi acordado no âmbito da Aliança Luso-Inglesa, contra o eixo França-Castela. Foi-lhe atribuída a distinção inglesa da Ordem da Jarreteira.
As rainhas de Portugal contaram, desde muito cedo, com os rendimentos de bens, adquiridos na sua grande maioria por doação. D. Filipa de Lencastre recebeu as rendas da alfândega de Lisboa, bem como as vilas de Alenquer, Sintra, Óbidos, Alvaiázere, Torres Novas e Torres Vedras.
Foi uma rainha generosa e amada pelo povo. Os seus filhos que chegaram à idade adulta seriam lembrados como a ínclita geração, de príncipes cultos e respeitados em toda a Europa.
Filipa morreu de peste negra nos arredores de Lisboa, poucos dias antes da partida para a expedição a Ceuta; segundo uns, terá sido primariamente sepultada no convento de Odivelas; segundo outros, no convento de Sacavém. Está sepultada na Capela do Fundador do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha, ao lado do seu esposo.

sábado, julho 18, 2015

Há 90 anos foi publicado um infame livro...

Mein Kampf é o título do livro de dois volumes de autoria de Adolf Hitler, no qual ele expressou suas ideias antissemitas, racistas e nacional-socialistas então adotadas pelo partido nazi. O primeiro volume foi escrito na prisão e editado em 1925, o segundo foi escrito por Hitler fora da prisão e editado em 1926. Mein Kampf tornou-se um guia ideológico e de ação para os nazis, e ainda hoje influencia os neonazistas, sendo chamado por alguns de "Bíblia Nazi".
É importante ressaltar que as ideias propostas em Mein Kampf não surgiram com Hitler, mas são oriundas de teorias e argumentos então correntes na Europa. Na Alemanha nazi, era uma exigência não oficial possuir o livro. Era comum dar de presente o livro a crianças recém-nascidas, ou como presente de casamento. Todos os estudantes o recebiam na sua formatura.
Título
É importante notar a flexibilidade conotativa e contextual da língua alemã da palavra "Kampf", que traz diversas possibilidades de traduções do título para o português. A palavra também pode ser traduzida como "luta", "combate", ou até mesmo como "guerra"' o que é evidenciado por vários exemplos como os nomes alemães de diversos tanques ("Panzerkampfwagen", traduzido como "Veículo de guerra blindado") ou por números de bombardeiros ("Sturzkampfflugzeug", traduzido como "Avião bombardeiro de guerra"). A grande maioria dos linguistas, entretanto, ainda julgam "Minha Luta" a tradução correta.
História
Hitler começou a ditar o livro para Emil Maurice enquanto estava preso em Landsberg, e depois de julho de 1924 passou a ditar para Rudolf Hess, que posteriormente, com a ajuda de especialistas, aos poucos editou o livro. Pela sua peculiar natureza verbal, a obra original mostrou-se repetitiva e de difícil leitura, por isso precisou ser editada e reeditada antes de chegar à editora. Ele foi dedicado a Dietrich Eckart, membro da Sociedade Thule.
O título original da obra era "Viereinhalb Jahre [des Kampfes] gegen Lüge, Dummheit und Feigheit" ("Quatro anos e meio de luta contra mentiras, estupidez e covardia"), porém Max Amann, o encarregado das publicações nazis, decidiu que o título era muito complicado e achou melhor abreviá-lo para Mein Kampf - Minha Luta. Amann ficou desapontado com o conteúdo da obra, pois esperava uma história pessoal de Hitler detalhada e com ênfase no Putsch da Cervejaria, que acreditava se tornaria uma ótima leitura; Hitler, porém, não entrou em detalhes sobre sua vida pessoal e não escreveu nada sobre o Putsch.
O primeiro volume, intitulado Eine Abrechnung, é essencialmente autobiográfico e foi publicado em 18 de julho de 1925; já o segundo volume, Die Nationalsozialistische Bewegung (O movimento nacional-socialista), é mais preocupado em expressar a doutrina nazista e foi publicado em 1926.

quarta-feira, julho 15, 2015

Samuel Rosa - 49 anos

Samuel Rosa de Alvarenga (Belo Horizonte, 15 de julho de 1966) mais conhecido como Samuel Rosa é um cantor, compositor, guitarrista e violonista brasileiro. É o vocalista e guitarrista do grupo Skank. Nos Skank é compositor das melodias da maioria das canções do grupo, como os singles Ainda Gosto Dela, Noites de um Verão Qualquer e Sutilmente. Uma de suas maiores parcerias é com Chico Amaral, músico, ex-saxofonista da banda e principal letrista nas composições. As canções escritas por Samuel Rosa mostram influências de artistas como Bob Dylan, The Beatles, Slash, Oasis e Clube da Esquina, além das bandas de rock brasileiro dos anos 80, como Ira!, Titãs e Os Paralamas do Sucesso


Ian Curtis nasceu há 59 anos

Ian Curtis num show dos Joy Division, em Bruxelas (1979)

Ian Kevin Curtis (Trafford, 15 de julho de 1956 - Macclesfield, 18 de maio de 1980) foi um músico britânico. Ele foi o vocalista, letrista e guitarrista ocasional da banda de pós-punk Joy Division, a qual ajudou a formar, em 1976, na cidade de Manchester, Inglaterra.


terça-feira, julho 14, 2015

Chega hoje a Plutão a sonda New Horizons...!

Google Doodle de 14.07.2015

Depois de, há nove anos e meio, termos aqui publicado a partida da sonda New Horizons, esta chega hoje a Plutão! Vamos ver que surpresas nos reserva este planeta anão...

O icónico Matterhorn foi escalado pela primeira vez há 150 anos

O Matterhorn/Cervino visto de Zermatt

O Matterhorn ou Cervino (em francês Cervin e em italiano Cervino) é talvez a montanha mais conhecida dos Alpes, a par do Monte Branco. Localizado na fronteira da Suíça com a Itália, com uma altitude de 4.478 metros, a sua graciosa silhueta domina a cidade suíça de Zermatt e a cidade italiana de Breuil-Cervinia, no Valtournenche.
Foi a última grande montanha dos Alpes a ser escalada, talvez devido aos receios que provocava em muitos montanhistas. A sua primeira ascensão marca o final da idade de ouro do alpinismo de meados do século XIX. Apesar de se destacar com um desnível alto e forma triangular bem definida, não possui um valor elevado de proeminência topográfica pois muitos montes mais altos são próximos e unidos por tergos de altitude elevada (casos do Monte Rosa, Dom, Liskamm e Weisshorn). O seu cume-pai é o Weisshorn.
A sua vertente norte é uma das "grandes vertentes norte dos Alpes".
A sua forma inspirou a cultura ocidental em numerosas ocasiões, desde o formato dos chocolates Toblerone, ao batismo de outros montes de forma semelhante (como o Machapuchare, o Matterhorn do Nepal), à utilização em capas de álbuns dos grupos Depeche Mode e Goldfrapp.


A tragédia do Monte Cervino, em 14 de julho de 1865 - gravura de Gustave Doré

Primeira subida e acidente
Foi apenas em 14 de julho de 1865, que depois de muitas tentativas falhadas, que Edward Whymper e o guia Peter Taugwalder tentaram seguir a chamada rota Hörnli, e conseguir subir ao cume do Matterhorn/Cervino, tendo sido surpreendidos pela facilidade do percurso.
Na realidade a cordada que completa era formada pelo guia Michel Croz que acompanhava Charles Hudson, Lord Francis Douglas, Robert Hadow e pelo guia Peter Taugwalder pai, acompanhado pelo seu filho também chamado Peter, e por Edward Whymper, ganhou o cotovelo pela aresta de Hörnli. Mais acima dirigiram-se para a face norte. Edward Whymper foi o primeiro a atingir o cume e para esse fim cortou a corda e poder assim, quase correndo, ser o primeiro a lá chegar. Foi seguido pelo seu guia Michel Croz de Chamonix, que achou por bem não o deixar partir em solitário. Mais lentamente foram chegando os outros composto pelo reverendo Charles Hudson, Lord Francis Douglas, Douglas R. Hadow, o grupo dos ingleses, assim que Peter Taugwalder e o filho.
Na descida, os quatro primeiros da cordada (Croz, Hadow, Hudson e Douglas), fizeram uma queda mortal ao longo da face norte, acima do famoso "cotovelo".

A Tomada da Bastilha foi há 226 anos

Prise de la Bastille - Jean-Pierre Houël

A Tomada da Bastilha (em francês: Prise de la Bastille) foi um evento central da Revolução Francesa, ocorrido em 14 de julho de 1789 que ocorreu antes dos estados gerais. Embora a Bastilha, fortaleza medieval utilizada como prisão, contivesse apenas sete prisioneiros na época, a sua queda é tida como um dos símbolos daquela revolução, e tornou-se um ícone da República Francesa.

Taboo - 40 anos!

Taboo, nome artístico de Jaime Luis Gomez, (Boyle Heights, Los Angeles, Califórnia, 14 de julho de 1975), é um cantor e rapper norte-americano, integrante do grupo de hip-hop Black Eyed Peas. Tem uma ascendência mista: o seu pai é mexicano e a mãe índia. Dança hip hop desde os 12 anos de idade, por influência dos amigos. Tem um filho, Joshua, que nasceu em 1993. Foi o terceiro a entrar no grupo Black Eyed Peas, em 1995. Os seus hobbies são o breakdance, hip hop e artes marciais.